Texto:
Gênesis - 18
01. Depois apareceu o Senhor a Abraão junto aos carvalhos de Manre, estando ele sentado à porta da tenda, no maior calor do dia.
02. Levantando Abraão os olhos, olhou e eis três homens de pé em frente dele. Quando os viu, correu da porta da tenda ao seu encontro, e prostrou-se em terra,
03. E disse: Meu Senhor, se agora tenho achado graça aos teus olhos, rogo-te que não passes de teu servo.
INTRODUÇÃO
Esta será uma mensagem que irá mudar sua vida. Por isso peço que preste bem atenção naquilo que o Senhor lhe trouxe através deste vaso de barro. A mensagem abaixo é fruto de estudos e busca por um conteúdo que venha influenciar vidas. Confesso que quando ministrei esta mensagem na igreja onde pastoreio, vidas foram impactadas e transformadas pelo poder contido na palavra de Deus. Toda a igreja foi tocada pelo poder do Senhor. Por isso pegue este conteúdo e propague em todos os cantos por onde passar, assim estará colaborando com a seara do Senhor.
QUEM ERA ABRAÃO
A longa jornada do povo de Israel se inicia com Abraão, o primeiro patriarca. Primeiro monoteísta da história, Abraão rebelou-se contra a idolatria reinante, foi também o primeiro a proclamar que Deus é Um e Único e que o mundo tem um único Senhor do Universo. Sem ter tido “ninguém para ensinar-lhe”, Abraão abandonou todos os ensinamentos e tradições de seus pais e a terra onde vivia para seguir a Voz que o levava a Deus. Segundo o Midrash, ele era chamado de Avraham, ha-Ivri, Abraão, o Ivri, que significava “o que passou para o outro lado”. Pois Abraão enfrentou o mundo sozinho: ele, o monoteísta, de um lado; o resto do mundo, politeísta e idólatra, do outro.
Abraão foi o primeiro judeu. Com ele e através dele, Deus selou uma aliança sagrada e perpétua com o povo de Israel, assegurando-lhe que seus descendentes seriam numerosos como as “estrelas do céu“ e herdariam a Terra Sagrada. Nosso primeiro patriarca ensinou a verdade à sua família e a todos ao seu redor, mas, principalmente, a seu filho Isaac, que a transmitiu a Yacoov e este, a seus filhos, que deram origem às doze tribos. Assim, a herança de Abraão passou de pai para filho em uma corrente espiritual que atravessa os séculos. O legado de Abraão é sinônimo de fidelidade, lealdade, bondade, fé e coragem, pois sua fé em um Único Criador, Justo e Bom, exigia do homem integridade absoluta em relação a Deus e aos outros homens. Seus atos moldaram e inspiram o povo de Israel, que se refere a ele como Avraham Avinu, nosso pai, Abraão.
Ele, Abraão, filho de Terá, um fazedor de imagens, deixou toda sua casa, em Ur dos Caldeus que hoje é o Iraque, para seguir um Deus que tem todo o poder. Abraão foi o responsável pela conversão de seu pai, e sua mensagem ainda hoje tem convertido vidas. Este era Abraão, pai de Isaque e avó de Jacó.
O CONTEXTO
Gostaria de comentar um pouco sobre a situação em que, Abraão se encontrava no momento em que o Senhor, em forma corpórea de três anjos apareceu.
Note que o texto diz que ele estava assentado na porta da tenda em um momento que numa questão de lógica ele deveria estar dentro da tenda e não fora, era meio dia, talvez você não saiba, mas no oriente o calor do meio dia pode chegar a 40º graus ou mais. Então eu me pergunto o que um velho homem estaria fazendo assentado no lado de fora da tenda? (leia a mensagem O SOL DO MEIO DIA)
Penso que Abraão estava atravessando um momento difícil em sua vida, pois deixou toda sua família, sua terra, sua casa, seus amigos, por uma promessa de ser pai, um sonho que alimentava juntamente com sua amada esposa, Sara. Mas os dias passavam e nada de filho, nada de se cumprir a promessa de ser pai de uma grande nação. Então talvez, em um momento também de indagações de Sara, que bem sabemos que a mulher tem a dádiva de muito falar, ela talvez começou a falar, e Abraão por não saber dar respostas, preferiu sair para fora da tenda.
Aqui eu aprendo que é nos momentos mais difíceis que o Senhor vem ter conosco. Lembre-se que Ele só veio a Agar, depois de ter acabado os recursos, para mostrar que Ele ainda tem solução para os problemas, note que Ele só aparece quando Daniel está na cova e não antes, para mostrar que Ele faz até leão jejuar, note que Ele só veio quando Sadraque, Mesaque e Abdnego estavam no meio da fornalha, e não antes, para mostrar que Ele sempre está conosco no meio da prova.
Então, quando tudo vai mau na vida de Abraão, ele se assenta talvez para chorar, em um lugar que Sara não estaria, e chorando e clamando ele levanta a cabeça e vê três varões. Mas quem eram estes varões? O que eles estariam fazendo ali?
ANJOS, MENSAGEIROS DE DEUS
No hebraico anjo se escreve Mala’ch, e no plural é Malahim. Aprendemos que estes seres são mensageiros do Senhor e servem a nós, para que possamos cumprir algumas tarefas.
O texto diz que depois lhe apareceu o Senhor, mas ao levantar os olhos ele vê três varões. E este relato me fez indagar o Senhor o porquê de três anjos, três Malahim, viesse até a Abraão, pois para Agar um Mala’ch, para Daniel um Mala’ch, e para os três jovens na fornalha um Mala’ch, mas para Abraão três Malahim? E bem sabemos que Deus não faz acepção de pessoas.
Bom! Então o Senhor me fez ir à busca. E pude perceber que um anjo no qual conhecemos seu nome, Gabriel, sai do céu para levar uma mensagem ao profeta Daniel, mas fica retido no mundo espiritual por demônios, e ele não lutou, pois era mensageiro e não anjo de guerra. A isto Deus manda que outro anjo, o qual também conhecemos, Miguel, saísse em defesa de Gabriel e o liberta, pois Miguel tinha a função de guerra. E se recordarmos do tanque de Betesda, veremos que de tempo em tempo, um anjo, o qual alguns denominam Rafael, vinha agitar as águas. E assim por diante.
Então compreendi que anjos possuem limitações, e entendi que eles não podem cumprir duas missões, mas um anjo só pode cumprir uma missão por vez. Então compreendi que havia três missões a serem realizadas na vida de Abraão naquele momento, as quais tinham função primordial em sua vida, e se fazem reveladas agora para cada um de nós nesta mensagem.
Como disse três missões deveriam ser realizadas, e sobre elas tratarei da terceira para a primeira, para que possamos ser surpreendido na revelação, assim como preguei no púlpito da igreja que pastoreio.
O TERCEIRO ANJO E A TERCEIRA MISSÃO
Fazia-se necessário destruir duas cidades, chamadas Sodoma (na origem significa Sal) e Gomorra (na origem significa submersão), pois os pecados destas cidades eram um risco para a contaminação de um povo que ainda estava por vir, além do que todo pecado perturba o coração de Jeová.
Se observarmos no capítulo seguinte (Gn-19:01) veremos que agora dois Mala’ch, dois anjos são citados estando na região de Sodoma e Gomorra, mais precisamente na casa de Ló.
Sim! Deus vai remover todo e qualquer obstáculo que estiver no caminho de seus fieis filhos, aqueles que realmente tem dado orgulho aos olhos de Deus, e pago um preço para estarem na presença de Deus. Ele, o Senhor vai destruir nossos inimigos, aqueles que procuram nos destruir, nos derrubar, e pisar sobre nós. Deus vai destruir todos os medos que assolam nossas almas, medos que afligem nossos corações. Com certeza toda Sodoma e Gomorra se encontrarão com o cálice da ira de Deus.
Eu profetizo que este anjo agora está saindo do céu em direção a sua vida, sua casa, e embainhado de uma espada de fogo, vai limpar seu caminho e então suas vitórias serão maiores, tão somente continue firme na presença de Deus, não vá desonrar a Deus neste momento, fique firme.
O SEGUNDO ANJO E A SEGUNDA MISSÃO
Quando Abraão recebe o chamado de Deus para deixar sua parentela, ele obedece e arruma tudo, mas uma pessoa se achega a ele e pede, “deixe-me ir contigo?” Esta pessoa é seu primo, chamado Ló, que sai para a caminhada com Abraão, e devemos entender que para ir com Abraão, era necessário que ele cresse no Deus que Abraão acreditava. Se Abraão permitiu que seu primo fosse com ele, com certeza Deus estava no negócio, e Ló era uma boa pessoa e acima de tudo amado por Abraão.
Mas depois de alguns problemas, eles se separam de forma amigável e Ló vai habitar nas campinas de Sodoma e Gomorra. Como agora Deus decidiu destruir o obstáculo, o primo de Abraão corria perigo e para que Ló não morresse, era necessário que ele fosse salvo daquele lugar.
Deus estava restituindo a Abraão seu amado primo. Assim eu vejo a revelação de que o Senhor quer restituir tudo que perdemos, seja por incapacidade, seja por incompetência, seja pelos ataques do ladrão chamado Diabo, seja o que for, se neste momento nos mantivermos perseverantes na presença de Deus, então suas promessas se cumprirão em nossas vidas. Por isso eu digo a todos que se alimentam desta mensagem, há um vento de restituição vindo a seu encontro, e tudo que lhe foi roubado Deus quer lhe restituir, e mais uma vez se creres nesta palavra, eu profetizo que o segundo anjo já saiu do céu para lhe restituir tudo que é seu.
O PRIMEIRO ANJO E A PRIMEIRA MISSÃO
Quando Abraão estava assentado na porta da tenda, lhe vem três varões, três anjos, três mensageiros de Deus, a seu encontro. Depois dois deles vão para a região de Sodoma e Gomorra para cumprir as outras duas missões que vimos anteriormente, mas o primeiro anjo não aparece para Ló, pois este já havia cumprido sua missão na porta da tenda de Abraão. Mas qual era essa missão?
Após Abraão ofertar ao Senhor, ele então descobre qual era a primeira missão do primeiro anjo. O cumprimento da promessa dita por Deus.
Abraão havia recebido a promessa de ser pai, não só de uma grande nação, mas esta promessa também tinha a ver com ter um filho, que com certeza era o sonho de Abraão e Sara. Por isso devemos ter sonhos em nossas vidas, por o nosso Deus é um Deus sonhador, e Ele adora encontrar um coração sonhador.
Assim o tempo passa e nada acontece na vida de Abraão, o filho não vem e agora ele e sua esposa eram adiantados em idade.
Muitas vezes achamos que Deus se esqueceu de suas promessas, aquelas feitas a nós em momentos que pagávamos o preço. Mas Deus não se esqueceu de Abraão e o primeiro anjo diz para Abraão que dentro de um tempo ele estaria segurando seu filho nos braços.
O primeiro anjo foi enviado para lembrar Abraão que Deus é um Deus de mente eterna e assim como ele enviou um anjo na porta da tenda de Abraão, Ele também enviará um anjo em sua casa se creres nesta palavra, e dela tomar posse, e dela fizer lei de fé. O Deus que você serve não brinca de ser Deus, Ele é Deus. Ele é o Senhor que me enviou para lhe dizer que três Malahim estão deixando o céu para se encontrar com você, comece a orar para que o diabo não lhe tire do caminho do Senhor, continue firme no propósito se servir o Deus de Israel, ainda que as coisas estejam um tanto difíceis como estavam para a vida de Abraão. Ainda que esteja assentado á porta da tenda. Ainda que o sol do meio dia lhe superaqueça a sua vida.
Deus não se esqueceu de você, Ele está trabalhando neste momento, para cumprir a promessa que Ele fez, mas veja bem! As promessas que Ele fez! Seus sonhos, seus projetos não estão perdidos.
CONCLUSÃO
Muitos de nós chegamos pertos da vitória, ou de uma grande benção muitas vezes, mas não provamos daquilo que Deus quer que provemos, pois quando estamos perto, quase tocando na benção, então desistimos e precisamos voltar e começar tudo de novo. Vou lhes contar uma história.
“Certa mulher serva de Deus, há muitos anos orava por um sonho, o de ter uma casa própria. Os anos passaram e ela já era uma senhora de cabelos brancos, e certo dia decidiu não mais orar pelo seu tão importante projeto, o qual lhe custou noites de oração e joelhos no chão. Então na mesma noite ela dormiu e em sonhos recebeu um recado da parte de Deus. Enquanto dormia viu quando um anjo se aproximou de sua cama e lhe chamou pelo nome. Ela pode observar que era mesmo um anjo, pelo brilho e resplendor que possuía. E nas mãos ele tinha uma taça com um líquido transparente. Então ela perguntou ao anjo o que seria aquilo. Neste momento o anjo virou a taça, deixando cair o líquido no chão, e assim ele disse: Esta taça continha suas lágrimas, que a anos eram colhidas pelo seu sonho elas foram derramadas e nenhuma delas se perdeu, e a taça estava quase cheia, para que o preço de seu sonho fosse aceito, porém você desistiu de orar, então elas estão derramadas, e se queres seu sonho terás que encher esta taça novamente. Então aquela mulher acordou do sonho e passou a noite chorando pela misericórdia de Deus.”
O final dessa história eu não sei lhe dizer. Se ela teve que encher a taça novamente eu não sei. Se alcançou a misericórdia de Deus para que não se perdesse suas lágrimas também não sei. Mas de uma coisa eu sei, eu não vou parar de buscar, orar, e pagar o preço que for por meus sonhos.
“”Sonhe, ouse sonhar. Você nunca irá além de seus sonhos!”” E lembre-se:
Salmo 56:8 - Tu contaste as minhas aflições; põe as minhas lágrimas no teu odre; não estão elas no teu livro?
Apocalipse - 7:17 - porque o Cordeiro que está no meio, diante do trono, os apascentará e os conduzirá às fontes das águas da vida; e Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Tirando o Veneno
Texto: (II Rs.4:38ª41)
Introdução: Imagine ter a vida envenenada inocentemente. Comer algo que possui veneno sem ter culpa alguma. Assim estavam os aprendizes dos profetas, quando tentaram saciar a fome com coloquíntidas (pepinos amargos). Vamos ao texto:
1) Cuidado quando estiver com necessidades. Pode comer veneno pensando que é comida (Prov.27:7). O texto diz que havia fome no lugar (38).
2) Não pense que por que tudo mundo faz há segurança. Nem sempre a multidão está com a razão. O almoço coletivo foi uma frustração.
3) Não é por que comungam do mesmo ideal que deve-se acreditar.
Cuidado, ele saiu para apanhar ervas mas trouxe frutos de uma parra brava (39).
4) Não seja o primeiro a provar. Só faça se a experiência se comprovar que deu certo, Não se precipite. Se informe e avise os outros (Prov.27
:12) (40).
5) Não descarte algo que tenha veneno de imediato. Espere a ação curadora de Eliseu (Espirito Santo), com farinha (Palavra de Deus) na panela (41).
Introdução: Imagine ter a vida envenenada inocentemente. Comer algo que possui veneno sem ter culpa alguma. Assim estavam os aprendizes dos profetas, quando tentaram saciar a fome com coloquíntidas (pepinos amargos). Vamos ao texto:
1) Cuidado quando estiver com necessidades. Pode comer veneno pensando que é comida (Prov.27:7). O texto diz que havia fome no lugar (38).
2) Não pense que por que tudo mundo faz há segurança. Nem sempre a multidão está com a razão. O almoço coletivo foi uma frustração.
3) Não é por que comungam do mesmo ideal que deve-se acreditar.
Cuidado, ele saiu para apanhar ervas mas trouxe frutos de uma parra brava (39).
4) Não seja o primeiro a provar. Só faça se a experiência se comprovar que deu certo, Não se precipite. Se informe e avise os outros (Prov.27
:12) (40).
5) Não descarte algo que tenha veneno de imediato. Espere a ação curadora de Eliseu (Espirito Santo), com farinha (Palavra de Deus) na panela (41).
Da Tenda Para a Promessa
(Gen.15:5)
Introdução: Após ter libertado seu sobrinho Ló, e recebido a benção de Melquisedeque, Abraão entra na sua tenda, e recebe uma visão de Deus, e o questiona acerca de algumas coisas.
Tenda simboliza:
1) Fecharmo-nos em nosso pequeno mundo, isolando-nos de coisa a mais que Deus prometeu e pode fazer.
2) Questionamentos das promessas que Deus nos fez (escudo e galardão) – não era isso que ele queria. Ele queria filhos. Deus primeiro nos dá o que precisamos, depois o que queremos.
3) Olharmos e apresentarmos a Deus nossas fracas soluções. Quem fica dentro da tenda só enxerga Eliezer como solução e não Isaque. Deus tem um caminho diferente para você.
Deus o leva para fora
1) O manda olhar para o céu (Sal.121:1), e contar as estrelas, se ele puder (é impossível). Contemple primeiro como vai ser sua benção. Visualize. Não peça qualquer coisa.
2) O ordena que faça um sacrifício com animais escolhidos por Ele, e cuide do sacrifício (toque as aves de rapina) – ladrões do sacrifício.
3) O faz dormir ao anoitecer (a mesma palavra de Gen.2:21), o anestesia para falar com ele e fazer o milagre. Vida agitada não recebe a benção.
4) Deus manda a sua aprovação final e faz uma aliança (acordo), revelando um futuro de bênçãos e prosperidade (15:18). Meu futuro será abençoado.
Introdução: Após ter libertado seu sobrinho Ló, e recebido a benção de Melquisedeque, Abraão entra na sua tenda, e recebe uma visão de Deus, e o questiona acerca de algumas coisas.
Tenda simboliza:
1) Fecharmo-nos em nosso pequeno mundo, isolando-nos de coisa a mais que Deus prometeu e pode fazer.
2) Questionamentos das promessas que Deus nos fez (escudo e galardão) – não era isso que ele queria. Ele queria filhos. Deus primeiro nos dá o que precisamos, depois o que queremos.
3) Olharmos e apresentarmos a Deus nossas fracas soluções. Quem fica dentro da tenda só enxerga Eliezer como solução e não Isaque. Deus tem um caminho diferente para você.
Deus o leva para fora
1) O manda olhar para o céu (Sal.121:1), e contar as estrelas, se ele puder (é impossível). Contemple primeiro como vai ser sua benção. Visualize. Não peça qualquer coisa.
2) O ordena que faça um sacrifício com animais escolhidos por Ele, e cuide do sacrifício (toque as aves de rapina) – ladrões do sacrifício.
3) O faz dormir ao anoitecer (a mesma palavra de Gen.2:21), o anestesia para falar com ele e fazer o milagre. Vida agitada não recebe a benção.
4) Deus manda a sua aprovação final e faz uma aliança (acordo), revelando um futuro de bênçãos e prosperidade (15:18). Meu futuro será abençoado.
Segredos da Conquista
(Jos.6)
Introdução: Uma conquista impossível. Um povo recém saído da escravidão, nômades no deserto, sem exército, sem armas, sem táticas humanas. Apenas com a orientação divina do Divino capitão a Josué. Além disso, ainda tinha a gigantesca muralha de Jericó, intransponível e motivo de orgulho para os moradores daquele lugar. Como conseguiram conquistar? Deus os orientou através de Josué, e podemos hoje tirar lindas lições para nosso dia a dia. Vejamos:
1) Segredo de fazer o inimigo achar que nada mais ia acontecer. Dar voltas em torno da muralha durante seis dias e voltar para o arraial (3), sem aparentemente nenhuma intenção concreta. Se os habitantes de Jericó estavam com medo, após aquelas voltas aparentemente infrutífera em torno das muralhas, acharam que nada mais aconteceria, e retomaram suas rotinas diárias.
2) Segredo de fazer silêncio. A ordem de Josué era que o povo guardasse silêncio, reservando as energias para só gritar no último dia. Iriam vencer calados, esperando a hora certa de gritar (10). As vezes, nossos queixumes e murmurações atrapalham o agir de Deus, por isso, Ele nos manda guardar silêncio, só abrindo a boca quando o Senhor determinar.
3) Segredo de nunca usar as armas do inimigo, mas deixar a presença do Senhor (a arca), falar por nós (13). Veja que os armados iam à frente do povo, mas aquelas armas não eram para serem usadas. Era bom mostrar ao inimigo que eles sabiam até usar suas armas comuns, mas não iriam usá-las, pois quem pelejaria pelo povo era o Senhor. Sabemos até fazer o que eles fazem, sabemos até usar suas armas, mas para que? Se a presença poderosa de Deus fala por nós?
Ilustração: Duas vizinhas viviam em constantes brigas, até que um dia, uma delas embrulha fezes numa caixa de presente e envia para a outra. Dias depois, veio a resposta. A outra comprou um lindo vestido e mandou em uma caixa com embrulho semelhante. A algoz, recebeu a caixa pensando que teria o troco a altura, e qual não foi sua surpresa ao ver que era um belo vestido. Junto ao vestido estava um bilhete: Cada um dá aquilo que tem. Você pode até ter armas iguais ao do inimigo, mas não há use, deixe o Senhor pelejar por ti.
4) Segredo de uma mudança radical no último dia. A ordem era uma mudança radical no último dia: dar sete voltas ao invés de uma só. É hora de mudar a velha rotina (15). É momento de recebermos a vitória, e esse momento indica uma mudança de comportamento. José se barbeou e trocou as vestes para falar com o rei Faraó. Em Isaias 55, Deus manda uma viúva estéril mudar o comportamento, vestes, e ampliar a casa, pois ela seria surpreendida por bênçãos em profusão deitadas em seu regaço. É hora de mudança de hábitos, rotinas e costumes. A vitória traz mudanças abençoadoras.
5) O segredo de nunca mais termos lembranças do inimigo, amaldiçoado por Deus (26). A ordem de Deus era o massacre absoluto e total dos inimigos. Não era nem mesmo para se ter lembranças dele, nem voltar buscar nada. É maldição voltar ao passado. Acã tentou ficar com a capa babilônica e morreu.
Introdução: Uma conquista impossível. Um povo recém saído da escravidão, nômades no deserto, sem exército, sem armas, sem táticas humanas. Apenas com a orientação divina do Divino capitão a Josué. Além disso, ainda tinha a gigantesca muralha de Jericó, intransponível e motivo de orgulho para os moradores daquele lugar. Como conseguiram conquistar? Deus os orientou através de Josué, e podemos hoje tirar lindas lições para nosso dia a dia. Vejamos:
1) Segredo de fazer o inimigo achar que nada mais ia acontecer. Dar voltas em torno da muralha durante seis dias e voltar para o arraial (3), sem aparentemente nenhuma intenção concreta. Se os habitantes de Jericó estavam com medo, após aquelas voltas aparentemente infrutífera em torno das muralhas, acharam que nada mais aconteceria, e retomaram suas rotinas diárias.
2) Segredo de fazer silêncio. A ordem de Josué era que o povo guardasse silêncio, reservando as energias para só gritar no último dia. Iriam vencer calados, esperando a hora certa de gritar (10). As vezes, nossos queixumes e murmurações atrapalham o agir de Deus, por isso, Ele nos manda guardar silêncio, só abrindo a boca quando o Senhor determinar.
3) Segredo de nunca usar as armas do inimigo, mas deixar a presença do Senhor (a arca), falar por nós (13). Veja que os armados iam à frente do povo, mas aquelas armas não eram para serem usadas. Era bom mostrar ao inimigo que eles sabiam até usar suas armas comuns, mas não iriam usá-las, pois quem pelejaria pelo povo era o Senhor. Sabemos até fazer o que eles fazem, sabemos até usar suas armas, mas para que? Se a presença poderosa de Deus fala por nós?
Ilustração: Duas vizinhas viviam em constantes brigas, até que um dia, uma delas embrulha fezes numa caixa de presente e envia para a outra. Dias depois, veio a resposta. A outra comprou um lindo vestido e mandou em uma caixa com embrulho semelhante. A algoz, recebeu a caixa pensando que teria o troco a altura, e qual não foi sua surpresa ao ver que era um belo vestido. Junto ao vestido estava um bilhete: Cada um dá aquilo que tem. Você pode até ter armas iguais ao do inimigo, mas não há use, deixe o Senhor pelejar por ti.
4) Segredo de uma mudança radical no último dia. A ordem era uma mudança radical no último dia: dar sete voltas ao invés de uma só. É hora de mudar a velha rotina (15). É momento de recebermos a vitória, e esse momento indica uma mudança de comportamento. José se barbeou e trocou as vestes para falar com o rei Faraó. Em Isaias 55, Deus manda uma viúva estéril mudar o comportamento, vestes, e ampliar a casa, pois ela seria surpreendida por bênçãos em profusão deitadas em seu regaço. É hora de mudança de hábitos, rotinas e costumes. A vitória traz mudanças abençoadoras.
5) O segredo de nunca mais termos lembranças do inimigo, amaldiçoado por Deus (26). A ordem de Deus era o massacre absoluto e total dos inimigos. Não era nem mesmo para se ter lembranças dele, nem voltar buscar nada. É maldição voltar ao passado. Acã tentou ficar com a capa babilônica e morreu.
E Após a Conquista?
Livro de Josué (continuação e complemento da mensagem: “ Segredos da Conquista”)
Introdução: A gente pensa nas muralhas de Jericó como se fosse o último ato realizado por Josué. Como se logo após aquela maravilhosa conquista, tudo tivesse terminado ali. Mas a vida é um processo continuo e segue sempre avante, não permitindo espaços para descanso e nem comodismo. E aprendemos com isso que existe mais coisas pós conquista que antes dela. Vejamos isso:
1) Não subestime os problemas seguintes.
Por menor que sejam as dificuldades pós conquista, o adversário sempre continuará sendo perigoso. Existe um pensamento que quem vence um gigante, o anão é fichinha. Mas é um engano. Isto se chama subestimar o adversário, que pode parecer inferior ao anterior, mas continua sendo adversário, e perigoso. Na cidade seguinte em Ai, mandaram apenas três mil homens, pensando que venceriam fácil. Voltaram humilhados (Jos. 7:3ª5).
2) Cuidado com os “aproveitadores de benção”.
Pessoas que estão destinadas à derrota, e que tentarão uma aliança de sobrevivência ás suas custas, aproveitando-se da sua benção. As vezes, o auge é mais perigoso do que quando estamos por baixo. Sempre aparecerá os fracassados da vida, querendo “carona” na sua vitória. Ninguém chuta cachorro morto, nem atira pedra em árvores sem frutos. Cuidado com fingimento (embaixadores), sacos velhos, odres velhos, roupas rasgadas, sapatos velhos, pão seco e bolorento (9:4ª6).
3) Lembre-se que Deus sempre continuará disposto a te honrar diante das situações adversas. Nunca pense que a maior vitória foi a última, por mais bela que ela pareça. As muralhas caindo foi sobrenatural, lindo e glorioso, mas imagine a natureza parando seu curso normal debaixo de suas ordens. Sol e Lua parando é muito mais fantástico do que muralhas caindo. Quem derrubou as muralhas continuará operando maravilhas. Virá ajuda divina (chuva de pedras) e auxílio profético (sol e lua obedecerão o comando da sua voz) (10:12, Prov.18:21).
4) Ainda haverá conquistas, independente das que você já conseguiu.
Nunca pense que acabou seu ciclo. Quem encerra sua história e seu ministério é o Senhor, jamais qualquer circunstâncias. Enquanto puder conquistar conquiste. Não se acomode no topo, mesmo por que ele não existe. Não se acomode, não entregue os pontos, nunca baixe a guarda. Levante-se, continue conquistando e possuindo sua benção (13:1e2).
Introdução: A gente pensa nas muralhas de Jericó como se fosse o último ato realizado por Josué. Como se logo após aquela maravilhosa conquista, tudo tivesse terminado ali. Mas a vida é um processo continuo e segue sempre avante, não permitindo espaços para descanso e nem comodismo. E aprendemos com isso que existe mais coisas pós conquista que antes dela. Vejamos isso:
1) Não subestime os problemas seguintes.
Por menor que sejam as dificuldades pós conquista, o adversário sempre continuará sendo perigoso. Existe um pensamento que quem vence um gigante, o anão é fichinha. Mas é um engano. Isto se chama subestimar o adversário, que pode parecer inferior ao anterior, mas continua sendo adversário, e perigoso. Na cidade seguinte em Ai, mandaram apenas três mil homens, pensando que venceriam fácil. Voltaram humilhados (Jos. 7:3ª5).
2) Cuidado com os “aproveitadores de benção”.
Pessoas que estão destinadas à derrota, e que tentarão uma aliança de sobrevivência ás suas custas, aproveitando-se da sua benção. As vezes, o auge é mais perigoso do que quando estamos por baixo. Sempre aparecerá os fracassados da vida, querendo “carona” na sua vitória. Ninguém chuta cachorro morto, nem atira pedra em árvores sem frutos. Cuidado com fingimento (embaixadores), sacos velhos, odres velhos, roupas rasgadas, sapatos velhos, pão seco e bolorento (9:4ª6).
3) Lembre-se que Deus sempre continuará disposto a te honrar diante das situações adversas. Nunca pense que a maior vitória foi a última, por mais bela que ela pareça. As muralhas caindo foi sobrenatural, lindo e glorioso, mas imagine a natureza parando seu curso normal debaixo de suas ordens. Sol e Lua parando é muito mais fantástico do que muralhas caindo. Quem derrubou as muralhas continuará operando maravilhas. Virá ajuda divina (chuva de pedras) e auxílio profético (sol e lua obedecerão o comando da sua voz) (10:12, Prov.18:21).
4) Ainda haverá conquistas, independente das que você já conseguiu.
Nunca pense que acabou seu ciclo. Quem encerra sua história e seu ministério é o Senhor, jamais qualquer circunstâncias. Enquanto puder conquistar conquiste. Não se acomode no topo, mesmo por que ele não existe. Não se acomode, não entregue os pontos, nunca baixe a guarda. Levante-se, continue conquistando e possuindo sua benção (13:1e2).
O perigo da duplicidade
Texto: Gen.30:25ª43
Introdução: A pior coisa é viver uma vida dupla, de mentiras, deixando rastros e enganos para trás, viver uma vida de representação, uma farsa. Viver em dois mundos de fantasias. Judas durante três anos mentiu, enganou sem que ninguém suspeitasse, quando Jesus falou que alguém o trairia ninguém desconfiou de Judas, mas cada um de si mesmo. Jacó começou sua vida dupla, enganando seus irmãos depois seu pai, e ai, encontra um “casca dura”, seu sogro Labão. Jacó o suplanta. Sua vida é um exemplo para nós vivermos uma vida de transparência. Quando é que podemos perceber se estamos levando uma vida de duplicidade?
1) Quando acreditamos que sempre podemos ganhar um pouco mais (26ª28)
- Na ânsia de ganhar um pouco mais ele abdicou do direito de ir embora, aproveitando uma proposta tentadora de seu sogro para ganhar mais.
- A vontade de ganhar era tão grande que tirou o medo de perder, ou qualquer resquício de temor a Deus.
- Começou a fazer negócios escusos. Não conseguia dizer chega. Não conseguia parar com o erro.
2) Quando vivemos a "lógica" que ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão.
- Talvez ele pensasse: Enganei meu pai e meu irmão que eram justos, por que não enganar esse sogro cafajeste e ladrão?
- Na verdade ladrão que rouba ladrão, é ladrão também.
- Nunca queira pagar ninguém com a mesma moeda.
3) Quando nos achamos mais espertos e poderosos que todo mundo
- Vou mostrar quem é mais esperto. Enquanto vem com o milho, já vou com a polenta pronta.
- Todos são babacas. Posso parar a hora que eu quiser, os outros não param por que são panacas.
- Ele encontra no vau de Jaboque, alguém que era mais forte do que ele (Gen.32).
4) Quando acreditamos que Deus não se incomoda de usarmos seu nome egoisticamente.
- Labão pensava que sua casa prosperava por causa de Jacó, mas não era.
- Jacó não tinha a benção de Deus e prosperava, dava certo, por que ele era bom naquilo que fazia.
- A Bíblia tem valores que não estão atrelados a benção ou maldição.
- É preciso voltar com o restinho de integridade que temos. É preciso deixar de ser Jacó e virar Israel.
Introdução: A pior coisa é viver uma vida dupla, de mentiras, deixando rastros e enganos para trás, viver uma vida de representação, uma farsa. Viver em dois mundos de fantasias. Judas durante três anos mentiu, enganou sem que ninguém suspeitasse, quando Jesus falou que alguém o trairia ninguém desconfiou de Judas, mas cada um de si mesmo. Jacó começou sua vida dupla, enganando seus irmãos depois seu pai, e ai, encontra um “casca dura”, seu sogro Labão. Jacó o suplanta. Sua vida é um exemplo para nós vivermos uma vida de transparência. Quando é que podemos perceber se estamos levando uma vida de duplicidade?
1) Quando acreditamos que sempre podemos ganhar um pouco mais (26ª28)
- Na ânsia de ganhar um pouco mais ele abdicou do direito de ir embora, aproveitando uma proposta tentadora de seu sogro para ganhar mais.
- A vontade de ganhar era tão grande que tirou o medo de perder, ou qualquer resquício de temor a Deus.
- Começou a fazer negócios escusos. Não conseguia dizer chega. Não conseguia parar com o erro.
2) Quando vivemos a "lógica" que ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão.
- Talvez ele pensasse: Enganei meu pai e meu irmão que eram justos, por que não enganar esse sogro cafajeste e ladrão?
- Na verdade ladrão que rouba ladrão, é ladrão também.
- Nunca queira pagar ninguém com a mesma moeda.
3) Quando nos achamos mais espertos e poderosos que todo mundo
- Vou mostrar quem é mais esperto. Enquanto vem com o milho, já vou com a polenta pronta.
- Todos são babacas. Posso parar a hora que eu quiser, os outros não param por que são panacas.
- Ele encontra no vau de Jaboque, alguém que era mais forte do que ele (Gen.32).
4) Quando acreditamos que Deus não se incomoda de usarmos seu nome egoisticamente.
- Labão pensava que sua casa prosperava por causa de Jacó, mas não era.
- Jacó não tinha a benção de Deus e prosperava, dava certo, por que ele era bom naquilo que fazia.
- A Bíblia tem valores que não estão atrelados a benção ou maldição.
- É preciso voltar com o restinho de integridade que temos. É preciso deixar de ser Jacó e virar Israel.
Quebrando a Cadeira do Sacerdote
Texto: I Sm 1:9; 4:13, 18
Introdução: Em todo o Pentateuco Deus dá instruções e orientações em como seria ministrado o serviço sacerdotal. O Senhor é detalhista. E jamais passaria despercebido Dele qualquer detalhe por menor que fosse. Em nenhum lugar mostra cadeiras na tenda ou no templo. Isto por que o sacerdote ministrava em pé. Não havia lugar nem hora para assentar-se. Nos textos acima, encontramos um sacerdote assentado três vezes numa cadeira. Cadeira fala de três coisas que todo sacerdote do Deus Altíssimo deve evitar:
1) Descanso
O sacerdote não podia descansar, pois os sacrifícios eram diários e ininterruptos. A todo o momento tinha gente pecando, errando e precisando dos serviços deles. Portanto, se tivesse assentado mostraria menosprezo com os pecadores que procuravam perdão.
2) Descaso
Não eram apenas os sacrifícios que não paravam, os serviços também eram contínuos. Todo dia, de manhã e à tarde, as lâmpadas do candeeiro tinham que ser aparadas e o azeite reabastecido. Todo dia também queimavam incenso no altar de ouro. O sangue das ofertas tinha que ser aspergido diante do véu, freqüentemente. Toda semana os pães asmos precisavam ser retirados da mesa de ouro e substituídos por pães novos.
3) Autoconfiança
É achar que estamos seguros em nossa posição. Ninguém nos abala ou nos tira. É menosprezar a obra de Deus achando que somos únicos.
Os perigos de um sacerdote na cadeira:
1) O perigo de se fazer um diagnóstico errado das pessoas: (vs.9). Confundiu Ana com uma bêbada, mas nunca repreendeu seus filhos que viviam pecando. Quem está na cadeira recrimina um culto verdadeiro. Não entende os adoradores. Compreende mal os que estão passando por provações.
2) O perigo de estar indiferente quanto ao povo de Deus. (4:13). Quando a Bíblia apresenta Eli assentado no capítulo 1 ele não parece preocupado. Quando, porém, o apresenta assentado no capítulo 4 ele está completamente preocupado. Não há escape. Sempre que nos portamos indiferentes quanto às necessidades do povo de Deus de todos os lugares, sempre que deixamos de perceber as necessidades da igreja onde reunimos, sempre que nos ocupamos mais com nossa vida do que com a vida e bem estar de cada irmão, colheremos muita tristeza.
3) O perigo de ser disciplinado por Deus no que gostamos e não queremos abrir mão (4:18). Eli caiu da cadeira e morreu. Se não destruirmos a cadeira que nos prende hoje, será ela que nos destruirá um dia. Quebre sua cadeira.
Introdução: Em todo o Pentateuco Deus dá instruções e orientações em como seria ministrado o serviço sacerdotal. O Senhor é detalhista. E jamais passaria despercebido Dele qualquer detalhe por menor que fosse. Em nenhum lugar mostra cadeiras na tenda ou no templo. Isto por que o sacerdote ministrava em pé. Não havia lugar nem hora para assentar-se. Nos textos acima, encontramos um sacerdote assentado três vezes numa cadeira. Cadeira fala de três coisas que todo sacerdote do Deus Altíssimo deve evitar:
1) Descanso
O sacerdote não podia descansar, pois os sacrifícios eram diários e ininterruptos. A todo o momento tinha gente pecando, errando e precisando dos serviços deles. Portanto, se tivesse assentado mostraria menosprezo com os pecadores que procuravam perdão.
2) Descaso
Não eram apenas os sacrifícios que não paravam, os serviços também eram contínuos. Todo dia, de manhã e à tarde, as lâmpadas do candeeiro tinham que ser aparadas e o azeite reabastecido. Todo dia também queimavam incenso no altar de ouro. O sangue das ofertas tinha que ser aspergido diante do véu, freqüentemente. Toda semana os pães asmos precisavam ser retirados da mesa de ouro e substituídos por pães novos.
3) Autoconfiança
É achar que estamos seguros em nossa posição. Ninguém nos abala ou nos tira. É menosprezar a obra de Deus achando que somos únicos.
Os perigos de um sacerdote na cadeira:
1) O perigo de se fazer um diagnóstico errado das pessoas: (vs.9). Confundiu Ana com uma bêbada, mas nunca repreendeu seus filhos que viviam pecando. Quem está na cadeira recrimina um culto verdadeiro. Não entende os adoradores. Compreende mal os que estão passando por provações.
2) O perigo de estar indiferente quanto ao povo de Deus. (4:13). Quando a Bíblia apresenta Eli assentado no capítulo 1 ele não parece preocupado. Quando, porém, o apresenta assentado no capítulo 4 ele está completamente preocupado. Não há escape. Sempre que nos portamos indiferentes quanto às necessidades do povo de Deus de todos os lugares, sempre que deixamos de perceber as necessidades da igreja onde reunimos, sempre que nos ocupamos mais com nossa vida do que com a vida e bem estar de cada irmão, colheremos muita tristeza.
3) O perigo de ser disciplinado por Deus no que gostamos e não queremos abrir mão (4:18). Eli caiu da cadeira e morreu. Se não destruirmos a cadeira que nos prende hoje, será ela que nos destruirá um dia. Quebre sua cadeira.
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