terça-feira, 21 de junho de 2011

ADONI-BEZEQUE - UM HOMEM SEM IDENTIDADE

"E subiu Judá, e o Senhor lhe entregou na sua mão os cananeus e os perizeus; e feriram deles, em Bezeque, a dez mil homens. E acharam Adoni-Bezeque em Bezeque, e pelejaram contra ele; e feriram aos cananeus e aos perizeus. Porém Adoni-Bezeque fugiu, mas o seguiram, e prenderam-no e cortaram-lhe os dedos polegares das mãos e dos pés. Então disse Adoni-Bezeque: Setenta reis, com os dedos polegares das mãos e dos pés cortados, apanhavam as migalhas debaixo da minha mesa; assim como eu fiz, assim Deus me pagou. E levaram-no a Jerusalém, e morreu ali." (Juizes 1:4-7)

Nós poderíamos extrair do texto da Palavra de Deus em Juizes 1:4-7 uma grande lição concernente à Justiça de Deus ou amor ao próximo. Nunca deveríamos desejar ou fazer ao próximo aquilo que não queremos para nós mesmos.
O próprio Adoni-Bezeque reconhece no versículo 7: “...assim como eu fiz, assim Deus me pagou...”
Mas, o que na realidade nos chama a atenção, foi a forma como este homem, rei cananeu de Bezeque veio a se tornar um homem sem identidade, pois ele perdeu as suas digitais.
Adoni-Bezeque devia ser conhecido em todo o mundo daquela época. Cada cidade conquistada por ele era saqueada e como prova de seu poderio e crueldade recebia a sua marca registrada: o rei da cidade era humilhado e, provavelmente, diante de todo o povo tinha os seus dedos polegares das mãos e dos pés mutilados. Homem cruel, homem perverso!
Mas um certo dia Adoni-Bezeque conheceu o reverso da moeda. Ele conheceu a justiça de Deus! Da mesma forma que ele fizera, com setenta reis inimigos, Judá lhe fez: cortou seus dedos polegares das mãos e dos pés.
O opressor estava oprimido! O mutilador estava mutilado!
Quero chamar a sua atenção para o fato de que Deus nos dotou de individualidade. Cada um de nós somos um ser único neste mundo; por mais parecidos que dois irmãos gêmeos possam ser, há algo que os diferencia: as suas impressões digitais.
Todos nós quando retiramos o nosso Documento de Identidade (R.G.) deixamos registrados, em nosso prontuário, nossas impressões digitais que serão a nossa identificação civil e criminal.
Vocês se lembram de Jorgina de Freitas, a “famosa” fraudadora do INSS? Morava tranqüilamente na Costa Rica, com uma nova identidade e um novo rosto totalmente “plastificado”, mas, suas impressões digitais a condenaram. Ela era ela mesmo!!!
Quero transportar esta situação real, pela qual Adoni-Bezeque passou, para o âmbito espiritual. Quando aceitamos a Cristo como salvador pessoal, nos tornamos novas criaturas em Cristo (II Co 5:17) “...se alguém está em Cristo, nova criatura é..." Ganhamos uma nova identidade em Cristo, uma identidade espiritual.
Mas, hoje existem muitos filhos de Deus que, tal qual Adoni-Bezeque, perdem suas digitais, sua identidade; deixam que o inimigo corte-lhe os dedos dos pés e das mãos, ou seja, vivem no mundo totalmente alheios à sua incumbência de identificarem-se como sal da terra e luz do mundo (Mt 5:13,14) “...vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar?...vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte...”, como verdadeiros Filhos de Deus (Fp 2:15) “...para que sejais irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis, no meio de uma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo...”
Muitos não honram sua identidade, sua posição e iniciam um processo de degradação na vida espiritual que pode culminar com a sua completa perda de identidade.
Imaginemos como o inimigo age em nossas vidas, procurando cortar nossos dedos espirituais, ou seja, acabando com nossa identidade espiritual.

Para tanto, A PARTIR DA PRÓXIMA POSTAGEM, iremos tomar o exemplo de nossa mão: cinco dedos, cinco digitais, cinco características que nos identificam como Filhos de Deus.
Aí vai a conclusão do estudo de Adoni-Bezeque com os cinco dedos...
Como vimos, a forma de desmoralização e perda de identidade consistia em cortar os dedos polegares... por isso, devemos ficar alertas, porque nosso inimigo desejará cortar não somente nossos polegares "espirituais", mas sim todos os dedos. Mas tudo começa com o primeiro.
Primeiro dedo: oração
Cresci ouvindo de meu pastor a seguinte frase: “A oração é a alavanca que impulsiona a nossa vida para as vitórias”. E, sem sombra de dúvidas, é uma realidade.
Nós vemos isso manifesto nos grandes homens de Deus, como por exemplo Daniel que mesmo debaixo de um decreto real que impedia a oração à Deus, orava três vezes ao dia (Dn 6:10) “...e três vezes no dia se punha de joelhos, e orava, e dava graças diante do seu Deus...”E porque não citar o nosso maior exemplo: Jesus, que mesmo sendo o Filho de Deus, mantinha íntima comunhão com o Pai e todos os dias de manhã bem cedo orava?( Mc 1:35) “...levantando-se de manhã, muito cedo, fazendo ainda escuro, saiu, e foi para um lugar deserto, e ali orava...” O desejo de Deus para nossas vidas é que oremos sem cessar (I Ts 5:17) “...Orai sem cessar...”A oração é a “respiração da alma (sic)”é a nossa linha direta com Deus; por isso, quando negligenciamos a vida de oração, começamos a decair na vida espiritual. Não oramos antes nem depois das decisões e perdemos completamente a comunhão com o Pai Celeste. Se deixarmos isso acontecer, quando menos esperamos, perdemos a nossa primeira digital: a oração.
Isso culminará em um caminho aberto para a queda e perda de toda nossa identidade.
Sem vida de oração, o crente se encaminha para perder o seu segundo dedo. SEGUNDO DEDO: DEVOCIONAL (leitura da Palavra)Grandes homens de Deus nos ensinam sobre a importância da vida devocional, da leitura da Palavra de Deus. Paulo exorta Timóteo a persistir na leitura da Palavra. (I Tm 4:13)“...persiste em ler...”Lendo a Palavra de Deus e guardando-a em nosso coração, vamos evitar o pecado (Sl 119:11) “...escondi a Tua Palavra no meu coração, para eu não pecar contra Ti...”
A Palavra de Deus tem o poder Divino de penetrar os corações, sondá-los e revelar os pecados ocultos nos corrigindo e nos instruindo (II Tm 3:16)“...Toda a Escritura é Divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça...”Sem ler a Bíblia, sem ter as leis de Deus no coração, o homem perde dois dedos, duas digitais e parte rumo a perda do terceiro dedo que é a falta de comunhão.
TERCEIRO DEDO: COMUNHÃOSem vida de oração e de leitura, o crente perde o ânimo, não busca mais orientação em Deus, não tem a direção da Palavra e não tem mais desejo de ter comunhão; nem com o Pai e nem com os irmãos (Sl 84:10 e 122:1)“...porque vale mais um dia nos teus átrios do que mil...alegrei-me quando me disseram: Vamos à casa do Senhor...”Este desejo intenso de estar na casa de Deus desaparece pois o prazer de estar em comunhão dá lugar a uma apatia em estar em um ambiente onde todos buscam e falam sobre Deus.
Já não liam mais a Bíblia, agora sequer ouvem.
Não ouvindo, partem para o quarto passo: perdem a fé
QUARTO DEDO: FÉA fé vem pelo ouvir a Palavra de Deus (Rm 10:17)“...a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela Palavra de Deus...”Desiludidos completamente, sem orar, sem ler, sem ouvir e sem fé, o homem torna-se presa fácil do inimigo, entregando-se ao mundo. O crente passa a duvidar das promessas e da provisão de Deus, passando a agir pelo impulso e pela carne. Isso o levará à completa perda de identidade, pois o crente perde o último dedo: o dedo do testemunho
QUINTO DEDO: TESTEMUNHO
Deixam de resplandecer a luz de Cristo. O crente chega na triste situação de perder toda a sua identidade espiritual, mistura-se na multidão, deixa-se levar pelo curso deste mundo.
Por isso, o Apóstolo Paulo nos diz em I Co 11:30: “...há muitos fracos e doentes e muitos que já dormem...”
Vamos aprender com a história de Adoni-Bezeque e lutemos para não deixar que o inimigo corte nossos dedos e venhamos a perder nossos galardões (II Jo 8):“Olhai por vós mesmos, para que não percamos o que temos ganho, antes recebamos o inteiro galardão”

terça-feira, 14 de junho de 2011

Quando Deus nos chama

Texto: Gênesis 12

Introdução: Este capitulo 12 de Genesis, é especial porque ele relata a forma como Abraão foi chamado para realizar a obra de Deus.

A vida de Abraão nos mostra que a vida cristã começa com uma chamada para salvação e prossegue com uma chamada para o serviço no reino.

Veremos nesta ocasião que quando Deus nos chama para o serviço em seu reino, Ele realiza grande mudanças, nos abençoa e estende sua proteção sobre nossas vidas.


1. Quando Deus nos chama Ele estabelece grandes mudanças

Vejamos o que diz Gênesis 12:1: “Ora, disse o SENHOR a Abrão: Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei;”

Ao chamar Abraão Deus estabelece grandes mudanças em sua vida. Primeiro o tira de uma zona de conforto. Ele estava confortavelmente em sua terra, e Deus o chama para ir a um lugar totalmente desconhecido.

Deus diz: “vai para a terra que te mostrarei…”. Abraão não sabia para onde iria. Tinha apenas uma convicção: Iria com Deus.

Quem estar disposto a atender a chamada, também precisa esta disposto a fazer algumas mudanças e determinados sacrifícios para realizar a obra de Deus. É isto que Jesus nos ensina em Mateus 16:24: “Então, disse Jesus a seus discípulos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me.”

Quando Deus chamou Saulo na estrada de Damasco, estabeleceu grandes mudanças em sua vida. O perseguidor dos cristãos, passou a ser perseguido, o grande inimigo da igreja, passa agora a ser seu maior defensor. Quando Deus chama, Ele realiza grandes mudanças. Você e eu precisamos estar preparados para isso.

Certamente, grandes mudanças poderão ocorrer em nossas vidas, porque Deus esta nos chamando. Não resistamos a voz do Senhor. Em nossos dias temos visto muitos quererem ser crentes, sem mudança. Mas, a chamada que Deus faz seja ela para salvação, ou para realização da sua obra nos leva a mudar.

Alguns costumam dizer que não tem uma chamada. Quando falam isso é porque não escutaram o que diz a palavra. Em Mateus 9:37-38, Jesus nos mostra que todos tem uma chamada. Vejamos o que Ele diz: “…A seara, na verdade, é grande, mas os trabalhadores são poucos. 38 Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara.”

Portanto, não há falta de serviço no reino de Deus. Todos são chamados para servir.


3. Quando Deus nos chama, também promete abençoar aos que o servem

Vejamos o que Deus diz em Gênesis 12:2: “… de ti farei uma grande nação, e te abençoarei, e te engrandecerei o nome. Sê tu uma bênção!”

Deus promete abençoar Abraão e engrandece-lo. Mas havia uma condição. Ele teria que servir e obedecer ao Senhor.

Há uma antiga canção que repete em seu refrão a seguinte frase: “compensa servir a Jesus”. De fato, que serve tem recompensa e galardão. Vemos esse princípio na parábola dos talentos. Os servos fieis recebem a recompensa. Eles ouvem o Senhor dize: ‘Servo bom e fiel, foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei. Entra no gozo do Senhor”.

É obvio que não devemos servir a Deus, pensando apenas nas bênçãos que dEle receberemos. Devemos servir, acima de tudo, com amor. Porem, entendamos que se servimos com amor ao Deus que nos chama, receberemos a recompensa.

Jesus mesmo garante em Mateus 19:29 uma preciosa benção para aqueles que o servem com amor: “E todo aquele que tiver deixado casas, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou mulher, ou filhos, ou terras, por amor do meu nome, receberá cem vezes tanto e herdará a vida eterna.”


4. Quando Deus nos chama, Ele estende sua proteção

Veja o que diz Gênesis 12:3: “Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as famílias da terra.”

Quando Deus chama, Ele estende sua proteção sobre a vida daqueles que o servem. Deus diz a Abraão que abençoaria os que o abençoassem e amaldiçoaria os que o amaldiçoassem.

Uma das grandes estratégias de Satanás contra aqueles que servem ao Senhor é nos atingir por meio de circunstâncias. Na biografia do avivalista John Wesley há um exemplo disso:"Wesley fazia muitas viagens arriscadas. E certa vez ele atravessava, a cavalo, uma floresta, levando consigo muito dinheiro que o tinham incumbido de entregar. De repente, foi tomado por uma sensação de grande perigo. Ele desceu de seu cavalo e começou a orar fervorosamente. E nada aconteceu. Os malfeitores fugiram.

Anos depois um dos bandidos confessou que pretendia roubar o dinheiro que John Wesley levava. Ele disse que viu quando Wesley desceu do cavalo e se ajoelhou. Então Ele viu ao lado de Wesley um homem de grande estatura totalmente armado. Essa visão amedrontou os bandidos, que desistiram de fazer o mal. Ele mesmo é que contou o fato a Wesley. Como se explicar o caso? Um anjo de Deus assim agiu defendendo Wesley.

Deus é a defesa daqueles que trabalham a seu favor. O salmista declara isso em Salmos 62:2: “Só ele é a minha rocha e a minha salvação; é a minha defesa; não serei grandemente abalado.”


Conclusão: Não há motivos para ficarmos de braços cruzados dentro de uma Igreja sem darmos testemunho, sem falarmos de Cristo para alguém, pois constatamos que quando Deus nos chama Ele realiza grandes mudanças em nossas vidas, nos abençoa suprindo as nossas necessidades, e estende sua poderosa proteção sobre nós e os nossos.

Então, será que podemos negligenciar sua chamada? Será que temos o direito de vivermos como filhos que não estão produzindo frutos. Lembremos daquilo que Jesus nos diz: “Todo ramo que estando em mim, não der fruto, ele o corta; e todo o que dá fruto limpa, para que produza mais fruto ainda.” (João 15:1-2)

Assim, se estamos em Cristo tenhamos consciência que fomos chamados para produzir cada vez mais frutos.

ESPERANÇA CONTRA ESPERANÇA

TEXTO: ROMANOS 4:16-21


INTRODUÇÃO: Abraão homem que tocou o coração de Deus. Como Abraão tocou o coração de Deus?
Sendo um homem de altar (comunhão com Deus) dando sempre glória a Deus, perdoando as ofensas os erros dos demais, sendo perseverante em sua fidelidade a Deus e esperando pacientemente o cumprimento da promessa de Deus.
Neste texto lido relata a forma como o apóstolo Paulo se refere a Abraão e compartilha tudo o que ajudou este varão a manter-se firme “apesar das evidencias serem contrárias”.
Este texto faz alusão a Abraão quando este estava com quase cem anos, quando parecia que já não havia nenhuma esperança. A expressão Esperança contra Esperança tem a ver com aqueles momentos em que a esperança humana acabou e só ficou a esperança em Deus.
Diante disso vamos refletir no seguinte:


I. QUAL A EVIDÊNCIA DE QUE JÁ NÃO EXISTIA NENHUNA ESPERANÇA?
1. Sara era estéril (Romanos 4:19)
2. A idade de Sara evidenciava que já não era uma época de fertilidade física.
3. O corpo de Abraão estava já como morto. (Romanos 4:19)
Já não tinha a energia nem o vigor da procriação. “Humanamente já não havia nenhuma esperança”
4. Há ocasiões em que o médico diz “já não há nada o que fazer”. O conselheiro matrimonial diz: “já não há nada o que fazer”. Diante destas situações a esperança se acaba.


II. O QUE AJUDOU ABRAÃO A CONTINUAR TENDO ESPERANÇA?
1. Sua fé. “Creu esperança contra a esperança”. (V. 18)
2. Sua atitude. “Se fortaleceu, dando gloria a Deus”. (v. 20)
3. Sua convicção. “Plenamente convencido”. (v. 21)
4. Sua paciência “Soube esperar o momento de Deus”.
5. Sua fidelidade “Se manteve fiel a Deus apesar das evidências serem contrárias…


CONCLUSÃO: Quais promessas têm recebido de Deus? Ou Como está tua esperança? Estás confiando em Deus?


“PARA AQUELE QUE CRE TUDO É POSSIVÉL”


Leia mais http://opregadorfiel.blogspot.com/2009/09/esperanca-contra-esperanca.html#ixzz1PG12VrY5

segunda-feira, 9 de maio de 2011

CINCO PASSOS PARA A VITÓRIA

Texto: Jó 22:21-27

Introdução:
· No meio da prova, sem riquezas, sem filhos, sem saúde, sem prestigio social, sem compreensão da própria esposa...Leproso, assentado em cinzas...fraco e debilitado...assim estava Jó.

· Neste capitulo 22 – um de seus amigos: Elifaz – dá a Jó uma receita infalível para se receber as bençãos de Deus.

Creio que se dermos estes importantes passos, sem dúvida, desfrutaremos a plena vitória em nossa caminhada cristã.

· Deste conselho de Elifaz – voz prego nesta oportunidade - sobre
OS CINCO PASSOS PARA A VITÓRIA

1. TENHA COMUNHÃO COM DEUS
Jó 22:21 “Une-te pois a Deus, e tem paz, e assim , te sobrevirá o bem.”

· Só podemos ter comunhão com Deus perto dele - Jó 22:21 “Une-te pois a Deus” - Lc 22:54....Sl 63:8

· Duas verdades recíprocas – Tg 4:8

· Em que estágio de proximidade voce está de Deus - Jo 13:23

· Quias os resultados de quem se une ao Senhor:

1º.) O conhecimento do Senhor é maior – Jo 21:9

2º.) As revelações de Deus são concedidas – Jo 15:15; João... (O Apocalipse não foi dado a outro discípulo...Ap 1...4)




2. AME A PALAVRA DE DEUS
Jó 22:22 “Aceita, peço-te, A Lei de sua Boca e põe as Suas Palavras no teu coração”

· Se desejamos a Vitória de Deus na vida, precisamos amar e confiar na Palavra de Deus – Jo 14:23; Sl 119:11


3. SEJA UM CRENTE CONVERTIDO
Jó 22:23 “Se te converteres ao Todo Poderoso, serás edificado”

· Sem o Novo nascimento ninguém entra no Reino de Deus – Jo 3:1-5
· Sem o Novo nascimento não há nova vida – 2 Co 5:17

4. CONSAGRE A TUA CASA PARA DEUS
Jó 22:23(b) “...Afasta a iniquidade da tua tenda”

· A Vitória, o avivamento começa nossa casa – 2 Reis 4
· É necessário fechar a porta da casa para o diabo, para o mundo e para o pecado – 2 Rs 4:4
· É preciso varrer a casa (Isto fala de consagrar o lar para Deus) – Lc 15:8
· Jesus em casa – Mc 2:1


5. SEJA UM CRENTE DE ORAÇÃO
Jó 22:27 “Tu orarás a Ele, e Ele te ouvirá...”

· Seja um crente de oração – Rm 12:12; 1 Ts 5:17
· Este é o caminho da vitória, o caminho da Oração – Jr 33:3

OS TRES ÚLTIMOS DESEJOS DE ALEXANDRE O GRANDE

Conta-se que estes foram os 3 últimos desejos de ALEXANDRE O GRANDE:

1. Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;

2. Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistado como prata , ouro, e pedras preciosas ;

3. Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, Ã vista de todos.

Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a ALEXANDRE quais as razões desses pedidos e ele explicou:

1. Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;

2. Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;

3. Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que nada trouxemos para este mundo e que nada levaremos.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Cuidado: legalismo mata!

“Para Jeílson, pastor de uma igreja muito ativa e crescente, o dia começou como tantos outros. Ao acordar pela manhã, ajoelhou-se ao pé da cama e orou. Logo à mesa do café, começaram as muitas preocupações: notícias da congregação que rejeitava o novo obreiro; problemas com o pedreiro na construção do templo; finanças apertadas. No pequeno alpendre da casa pastoral, mais de uma dezena de irmãos já aguardava aconselhamento. As necessidades eram as mais diversas: ajuda para internar o filho doente; a nova convertida, proibida de participar dos cultos, queria saber como contornar a antipatia do marido; um ancião precisava resolver a situação da aposentadoria... Jeílson enfrentava com certa naturalidade aquele amontoado de dificuldades; seu dia-a-dia já era assim há anos. Ele só não se preparara para a notícia que receberia ainda naquelas primeiras horas do dia. "Miriam, sua filha mais velha", relatou-lhe sua esposa, "cortou o cabelo".
Tudo, menos aquilo. Aturdido, sem acreditar no que lhe acontecera, Jeílson abandonou seus compromissos, deixou todos os irmãos esperando no alpendre e correu enfurecido pelo corredor até chegar ao quarto que ficava nos fundos da estreita casa pastoral. Miriam - constatou ele - aparara de fato as pontas do cabelo. Desde a infância de sua filha, Jeílson jamais permitira que uma tesoura tocasse nas mechas castanhas que agora, aos 18 anos de Miriam, já alcançavam a cintura. Totalmente descontrolado, Jeílson perguntou rispidamente, mas sem esperar resposta: "O que você quer comigo? Está querendo envergonhar-me, acabar com o meu ministério?".

Movido por uma ira descomedida, desafivelou o cinto, dobrou em duas voltas e bateu em Miriam até que os vergões se desenhassem em suas costas e pernas. Envolvido pela mesma ira com que a surrava, desabafou: "Não vou tolerar uma desviada dentro da minha casa. Enquanto você morar aqui, não vou admitir que corte seu cabelo novamente, você está me ouvindo?". Ainda ruborizado e com o coração acelerado, voltou ao alpendre para tratar dos seus assuntos ministeriais.

Duas horas depois, recebeu a notícia mais devastadora de sua vida: Miriam havia derramado álcool sobre todo o corpo e ateado fogo. Jeílson correu mais uma vez, agora desesperado, e encontrou no mesmo quarto sua filha agonizando com queimaduras profundas. Naquele mesmo dia, à tarde, Miriam morreu no ambulatório de um hospital.

Embora os nomes e alguns detalhes da história sejam fictícios, ela é verdadeira. Aconteceu em alguma cidade do Brasil. Pior, ela se repete, claro que sem os mesmos extremos, quase todos os dias em alguma família evangélica brasileira. Retrata exatamente a severidade com que algumas denominações brasileiras encaram o problema dos usos e costumes”


A narrativa acima é do livro de Ricardo Gondim, “É Proibido: O que a Bíblia permite e a Igreja proíbe”. Nela, vemos a que ponto o farisaísmo pode arrastar a alma humana. Baseado nesta história, desejo fazer algumas considerações acerca do legalismo:

O Legalismo engana. Muitos pensam que pelo fato de se vestirem de modo diferente já comprararm a salvação! O que eles não percebem é que ao atuar assim, eles estão se auto-enganando. Ora, se a salvação é de graça e por meio da fé, então toda tentativa de propiciar a Deus no tocante a salvação é heresia e engano. É claro que o cristão deve procurar se vestir adequadamente, pois a santidade inclui sim nosso corpo, mas pensar que o fato de usar saia comprida ou não cortar o cabelo te faz mas santo que o teu irmão, é burrice. Santidade não é um conjunto de praxes exteriores: é uma vida com Cristo, refletindo ao mundo o seu caráter e atitudes.
O Legalismo cega. Tanto que o pai da moça, ao receber a notícia de que sua filha tinha cortado o cabelo, foi cegado por seu ódio xiita contra tudo aquilo que ele considerava mundanismo. Assim, armando-se de um falso zelo cristão, e ignorando totalmente o mandamento do amor, espancou gravemente a filha. Uma das maiores características do legalista é a ausência de misericórdia no seu coração. Observe o caso da mulher apanhada em adúltério, por exemplo: a turba enfurecida, além de expor a adúltera ao rídículo, arrastando-a pelas ruas da cidade, ainda queriam apedrejá-la até a morte, e tudo com respaldo bíblico! Tenho certeza que Jeílson, ao espancar sua filha, pensava que estava fazendo o correto e que era respaldado pela bíblia. Ele era um homem "da bíblia", e podia citar uma série de versículos em cadeia temática para justificar sua atitude, mas era incapaz de amar, compreender e simplesmente perdoar (ainda que, para fins práticos, sua filha não havia cometido nenhum pecado).
O Legalismo mata. Foi ele quem matou a jovem de 18 anos. Não quero entrar na questão do suicídio, e da salvação ou condenação da menina. Deixo isso aos meus amigos fariseus, que são verdaderos experts em teologia, principalmente no tocante a condenação de todos aqueles que não rezam segundo a sua catilha de usos e costumes estereotipados. O fato é que, no caso narrado, foi o legalismo quem desencadeou a série de eventos que deu origem a morte da jovem. Este é o caminho inevitável do legalismo: ele conduz a morte. Morre o pregador legalista, em seu equivocado senso de auto-justiça, com uma falsa idéia acerca de si mesmo. Morrem também os seus ouvintes, que acabam comprando essa falsa idéia acerca de Deus, sendo levados em multidão a crer no Deus errado.

Quantos jovens que, semelhantes à moça do texto, foram gravemente feridos na alma por causa de pregações legalistas, do tipo toma-lá-da-cá, nas quais a salvação é obtida mediante o esforço do crente, sendo obrigados a vestir-se como o talibã, tendo seus gostos, sua autonomia, personalidade e vontade claramente violadas, tudo por causa do achismo de pastores que se acham infalíves, que creem-se a última bolacha do pacote e a boca de Deus na terra? Há toda uma geração de desviados das igrejas por causa destas coisas. Hoje estão apartados de Cristo, perdidos no mundo, enfim, mortos! E foi a igreja (instituição) que os matou. A arma do crime? Farisaísmo!
Meus amados amigos, em especial os colegas pastores: não estou aqui como o infalível papa, o dono absoluto da verdade. Sei que erro muitas vezes, e em muitas coisas, e não peço subserviência a minha pessoa, nem que acatem incondicionalmente as minhas idéias. Este blog foi construído sob a égide do livre-pensamento iluminado pelo Espírito Santo, de modo que a intenção não é impor nada, e sim sucitar o debate acerca das nossas praxes eclesiásticas. Sei que algumas denominações possuem os tais usos e costumes como parte da sua tradição, mas entendo que, à luz da bíblia, a ênfase exagerada em tais práticas transformando-as em meios da graça é prejudicial e herética. Pastores: vamos repensar a nossa fé! A reforma não é obra acabada. Sempre há algo novo para aprender, refletir e mudar.

terça-feira, 12 de abril de 2011

O CONSOLIDADOR É UM GADIDA

1 Crônicas 12.8-14

Que tipo de caráter você tem? Seu caráter precisa ser consolidador.
Porém, só consolida quem é consolidado. Deus quer remover toda pedra que queira impedir o processo da consolidação. E para isso precisamos estar atentos ao que Deus está nos ministrando. Ele está nos dizendo que o consolidador tem um perfil.
"Dos gaditas se passaram para Davi, ao lugar forte no deserto, homens valentes adestrados para a guerra, que sabiam manejar escudo e lança; seus rostos eram como rostos de leões, e eles eram tão ligeiros como corças sobre os montes. Ezer era o chefe, Obadias o segundo, Eliabe o terceiro, Mismana o quarto, Jeremias o quinto, Atai o sexto, Eliel o sétimo, Joanã o oitavo, Elzabade o nono, Jeremias o décimo, Macbanai o undécimo. Estes, dos filhos de Gade, foram os chefes do exército; o menor valia por cem, e o maior por mil" (I Cr 12:8-14).

Todo consolidador precisa ter o caráter de um gadita, ser um valente, ter um caráter indubitável. O líder de célula deve ter esse caráter consolidador, pois é responsável por cada um de seus discípulos.
Os gaditas foram responsáveis pela consolidação das 12 tribos de Israel.
Eles eram valentes e destemidos e, onde chagavam, transformavam o lugar.
Na história de Israel, não há um registro de derrota das guerras onde os gaditas estiveram envolvidos.
Davi permaneceu por muito tempo morando no deserto e em cavernas, quando era fugitivo de Saul. Um dia, ouviu dizer que os gaditas estavam indo ao seu encontro. Ao ouvir tal informação, ele foi antes ao encontro deles, pois sabia que nunca haviam perdido uma guerra. Um dos filhos dos gaditas se apressou e disse a Davi que a entrada deles era de paz e de conquista.

A Bíblia relata que esse jovem profetizou para o rei Davi e as palavras por ele emitidas trouxeram consolo. Naquele momento, Davi foi consolidado.
E os gaditas se uniram a Davi e tornaram-se capitães de tropas.
Os consolidadores são linha de frente de guerra. Andam unidos em um só propósito. Eram 11 homens, 12 com Davi. Qual o perfil do gadita? O gadita tem uma unção de caráter e de personalidade. Eles eram homens que tinham o caráter tão ajustado e por isso não perdiam nenhuma batalha. Você terá um caráter tão ajustado que não perderá nenhum fruto fiel.
A consolidação exige um caráter decisivo. Não consolidamos perguntando a pessoa se ela quer ou não ser consolidada, porque o novo convertido não sabe esboçar nada no reino espiritual. O ímpio está nascendo, é como uma criança. Você não pergunta a um bebê se ele quer mamar, se ele quer que troque a fralda, se ele quer tomar banho. Não! Você vai até ele e faz, você toma a iniciativa.

O consolidador precisa receber um caráter de iniciativa, não pode ficar esperando que o ímpio ou o novo convertido venha à sua procura. O discipulador é você, logo, quem tem que consolidar é você.
Se você acompanhar uma pessoa por um ano e dois meses, ela nunca mais se afastará do Reino. É por isso que a consolidação começa desde o Pré-encontro, indo até a Escola de Líderes para entrar no Reencontro. É tempo suficiente para que ela receba um perfil seguro, já tendo passado por experiências com Deus e, portanto, podendo andar com suas próprias pernas, com base em todas as orientações que recebeu.
Você é um consolidador de êxito que receberá a unção de iniciativa pelo próprio Espírito de Deus. É Ele quem lhe dará um caráter consolidador para usar a sua iniciativa e influenciar milhares de milhares.
Vejamos as características que fazem de todo líder um consolidador valente, de caráter indubitável, eis as características de um gadita:

Não tem medo de fortalezas. O consolidador valente enfrenta qualquer fortaleza com ousadia.

Não tem medo de autoridade. Ele respeita as autoridades, mas não tem medo de nenhuma delas.

Não tem medo de guerra. O consolidador de caráter é um líder de guerra.
Existem momentos nos quais o Reino de Deus não é tomado com poesia, mas com ousadia. Arrancar uma vida do inferno, das garras do diabo não fala de poesia, mas de firmeza. Deus lhe dará graça e onde você entrar, sairá com a vitória nas suas mãos. É um homem de destreza, preparado para a peleja.

É um homem vitorioso. Como um gadita que tem garras de leão, traz o resultado e entrega-o ao rei. Ele apresenta o seu fruto fiel porque não é abatido na batalha.

É um líder armado com escudo e com lança. Está pronto para o ataque e para a defesa. Haverá momentos nos quais o consolidador precisará atacar e para isso usará a lança. A lança não é usada por qualquer pessoa, mas por quem é adestrado. No mundo espiritual, você é um arqueiro. Toda flecha e toda lança que o Senhor colocar na sua mão, você tirará da aljava e não errará o alvo. O gadita sabe o momento certo para atacar e para se defender.

Tem personalidade de um líder. Quando a Bíblia diz que o gadita tem cara de leão, está identificando-o como um líder que governa. Quem não governa é governado; quem não orienta é orientado; quem não lidera é liderado. Ter cara de leão representa denunciar a destreza de governar com autoridade.

Não recebe mediocridade sobre sua vida. Ele tem unção e conquista sempre no sobrenatural. Recebe a excelência do Reino. Há pessoas que são pobres por uma questão de circunstância; outras, por uma questão de alma.

É veloz como a gazela. O consolidador deve ser veloz como a gazela das montanhas. Uma gazela pula em média seis metros para cima e nove metros para frente, de forma que corre em uma velocidade muito grande para fugir do predador a ponto de ele ficar cansado e desistir dela. Essa mesma unção Deus nos dará. Não somos comida de predador, portanto, quando ele quiser vir atrás de nós, terá que desistir, pois a velocidade de um gadita frustra o plano do inimigo.

Ter unção do mínimo. Ter um aprisco completo que comporta no mínimo 100 ovelhas. E esse aprisco multiplica gerando outros apriscos. Você como gadita, nessa unção e caráter consolidador, terá ovelhas e discípulos debaixo de sua autoridade.

A unção do máximo. O mínimo tem cem e o que tem mais é porque conquistou mil. "O mais pequeno virá a ser mil, e o mínimo uma nação forte" (Is 60:22). Você terá unção para começar com os seus 100 discípulos, terá unção para tratar com os 1.000 discípulos, debaixo do caráter consolidador da personalidade do governo e não permitirá que o rebanho se disperse.

Tem o governo do Espírito sobre a sua vida. Quem governa o gadita não são as suas emoções, suas convicções. A Bíblia diz que o Espírito de Deus tomou a Amasai e ele começou a profetizar e consolidou o coração do rei.

A segurança de um consolidador é depender do Espírito Santo.
Receberemos unção para consolidar dos súditos ao rei e todos aqueles que desejam receberão o caráter que Deus está imprimindo em nossos corações.
Precisamos desejar o caráter consolidador, o caráter de governo. Receba a unção de governo para consolidar uma nação: garras de leoa, cara de leão, pés ligeiros como os da gazela, destreza para alcançar as fortalezas e governo do Espírito Santo.