quarta-feira, 16 de novembro de 2011

A decomposição do corpo de lazarro

A decomposição do corpo de lazarro
I - Bem, vamos analisar alguns estagios da decomposição humana:
I - Na hora da morte:
1. O coração pára.
2. A pele fica rígida e adquire uma cor acinzentada.
3. Todos os músculos se relaxam.
4. A bexiga e intestinos de esvaziam.
5. A temperatura corporal cai normalmente 0,83ºC por hora a não ser que tenha fatores externos que o impeça. O fígado é o órgão que se mantém quente durante mais tempo, pelo qual se costuma medir sua temperatura para estabelecer o momento da morte.

II - 15 minutos depois:
O cérebro sofre sérias lesões pela falta de circulação sanguínea, toda memória se desorganiza, vira uma bagunça.

III - Aos 30 minutos:
6. A pele fica meio púrpura e com aspecto ceroso.
7. Os lábios, e as unhas dos dedos empalidecem pela ausência de sangue.
8. O sangue estagna nas partes baixas do corpo, formando uma mancha de cor púrpura escura que é chamada de lividez.
9. As mãos e os pés ficam azulados.
10. Os olhos começam a afundar para o interior do crânio.

IV - Às 4 horas:
11. Começa a aparecer o rigor mortis.
12. O enrijecimento da pele e o estancamento do sangue contínuo.
13. O rigor mortis começa a esticar os músculos durante umas 24 horas, depois das qual o corpo recuperará seu estado relaxado.

V - Às 12 horas:
14. O corpo está em estado de rigor mortis total.

VI - Às 24 horas:
15. Somente agora o corpo adquire a temperatura do ambiente que lhe rodeia.
16. Nos homens, morrem os espermatozóides.
17. A cabeça e o pescoço adquirem uma cor verde-azulado.
18. Esta mesma cor começa a estender-se ao resto do corpo.
19. Neste momento começa o forte cheiro de carne podre.
20. O rosto da pessoa fica essencialmente irreconhecível.

VII - Aos 3 dias:
21. Os gases dos tecidos corporais formam grandes bolhas debaixo da pele.
22. A totalidade do corpo começa a inchar e crescer de forma grotesca. Este processo pode acelerar se a vítima encontra-se num ambiente cálido ou na água.
23. Os fluídos começam a gotejar por todos os orifícios corporais.

Obs. Vou contar uma história verídica:
Tinha um cientista norte americano chamado Robert E. Cornish, ele era pesquisador da Universidade de Berkeley, na Califórnia nos anos de 1930, e ele acreditava que tinha descoberto uma maneira de trazer os mortos a vida, ele dizia que era só balançar o cadáver de cima para baixo para o sangue voltar a circular, enquanto injetava uma mistura de adrenalina e anticoagulantes e ele fez o teste em cachorros, ele os asfixiou e testou, as duas primeiras fracassaram e as outras foram um sucesso, mas os animais eram verdadeiros cães zumbis, eles tinham latido fraco e choroso, eram cegos e tinham sérios danos cerebrais, os cachorros da vizinhança morriam de medo desses cachorros, mas viveram por meses na casa de Cornish, e sabem qual foi o nome que Cornish batizou seus cachorros?
"Lazaro", em homenagem a essa história que estou narrando agora, resultado, sua pesquisa causou controvérsia e ele foi mandado embora do campus.
Muitos anos depois em 1947 ele queria aplicar sua experiência com humanos, e ele tinha uma nova arma, uma maquina cardio-pulmonar feita com peças de um aspirador de pó, um radiador, uma roda de ferro, cilindros e 60 mil pecinhas de metal, com aqueles ilhóis para passar o cordão de sapato(crianças, não tente fazer isso em casa), o voluntário foi Thomas McMonigle, um prisioneiro condenado a pena de morte, Cornish pediu autorização ao Governo da Califórnia, após muita discussão os órgãos responsáveis recusaram a oferta alegando que teriam que dar a liberdade a McMonigle caso este voltasse a vida, desapontado, Cornish voltou para sua casa, onde viveu o resto da vida vendendo uma pasta de dente que ele mesmo havia criado. (revista Galileo Galilei)

Essa história é bizarra, mas interessante, mas a diferença de Lazaro (homem) para Lazaro (cão) é que na história de João, Lazaro voltou perfeito, sem nenhum dano cerebral, como se não tivesse enfrentado a morte, e já os cães (como citei) voltaram apresentando serissimos danos.

•O que aconteceu quandando lazarro Morreu?
1º O Coração Parou: Quando o coração para de bater as celulas deixam de receber oxigenio, ai o corpo fica desequilibrado, o sangue comessa a ser drenado dos vassos sanguinios, as veias ficam vazias sem nem uma gota de sangue e a ausencia de sangue afaz com que o corpo fique de maneira descolorada.
a)Algo que perdeu sua cor original , palido, se cor. - Igrejas que perderam sua identidades de igrejas (Pentecostes) – Oração,Jejum etc. – Tem que ter sangue. (obs. Ver o Poder do Sangue de jesus)
2º As 12 horas depois fica totalmete gelado: a) A igreja nasceu no fogo. b) Cuidado com os bombeiro do inferno. C) Barrulho ( Deus manda o povo gritar em Jerico)
3º A podridão do corpo afastava as pessoas de lazarro. a) Era custume na epoca as pessoas ficare 2 m longe do tumulo. b) Quantas pessoas se afastando da igreja. C) muitos corpos mal cheirosos diante de Deus. – Como lazaro saiu da tumba? Obs. Lazarro não levitou ( Um Deus pagão naquela aldeia) – Como eu é você vamos sair ( Pulando) – O corpo de lazarro estava imobilizado por faixa que era custume do Egito, o que esta imobilizando a igreja é o custume do Egito.

NEUTRALIZANDO O VENENO DA SERPENTE ABRASADORA

TEXTO: Nm 21:4

INTRODUÇÃO: Tendo terminado de vagar pelo deserto, o povo de Israel seguiu um caminho tortuoso em direção ao oriente da terra de Canaã, rodeando pelo sul do mar Morto e marcou o seu caminho com reclamações e murmurações freqüentes, obstinação, rebeldia, inconstância de coração e infidelidade de espírito.
- Não guardaram a aliança de Deus e Não quiseram andar na sua lei. Esqueceram-se das obras e das maravilhas que o SENHOR lhes mostrara. Chamaram de vil o alimento celestial e nutritivo.

I - AS MURMURAÇÕES DO DESERTO ATRAEM SERPENTES ABRASADORAS.

1 - O povo sofria de um mal terrível: a impaciência.

- Eles estavam caminhando há quase quatro décadas, comiam todos os dias a mesma comida (o maná), andavam todos os dias numa jornada difícil. Isso tudo encheu o coração daquele povo de ansiedade e eles ficaram impacientes, murmuradores e reclamadores. Falaram mal de Deus e de Moisés.

2 - Muitas pessoas estão cansadas de ouvir falar de Cristo. Cansados de ouvir falar de perdão, vida eterna e salvação.

Cansados de ouvir falar de batismo, de santa ceia, da pregação do verdadeiro evangelho.

Cansados de ouvir sobre a visão, sobre as células, do discipulado, dos dízimos, dos ensinamentos e conselhos pastorais.

Querem ouvir coisas diferentes: querem ouvir uma mensagem que estimule o seu ego, que lhes faça decidir e governar a sua vida espiritual, que lhes permita mandar na vontade de Deus. Entretanto, não sabem que isso é como veneno mortífero, que produz sofrimento, dor e morte e que, ao final, leva para o inferno e afastamento do reino de Deus.

3 - As regiões anatômicas mais freqüentemente picadas pelas serpentes são: pés, mãos, pernas e tornozelos. Em áreas vitais do movimento do homem.


SINTOMAS E EFEITOS DO VENENO DA SERPENTE:

1 - Afeta a visão, causando embaçamento e diminuição ocular (atinge logo a nossa visão das coisas espirituais);

2 - Insuficiência respiratória (rouba o fôlego de vida, o sopro do Espírito);

3 - Coagulação sanguínea (o coração para de pulsar pelas coisas de Deus);

4 - Insuficiência renal.

A insuficiência Renal é uma condição na qual os rins perdem sua capacidade de filtrar (substâncias que não são aproveitadas – escórias) adequadamente o sangue e regular o equilíbrio de sal e água do corpo. As escórias e a água acumulam-se no corpo produzindo alterações extremas na química do sangue que eventualmente pode afetar a função do coração e do cérebro);

5 - Septicemia (intoxicação geral do sangue por bactérias);

6 - Pode ocorrer paralisia da musculatura. Sensação de cansaço ou de esgotamento, atrofiamento dos tendões e até perda dos movimentos.

7 - Choque emocional (perda do equilíbrio mental- alucinações).

II - GERAÇÕES ENVENENADAS PELA SERPENTE ABRASADORA.

1 - Eva. Gênesis 3:1 Mas a serpente, mais sagaz que todos os animais selváticos que o SENHOR Deus tinha feito, disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim?

2 - Os filhos de Dã. Gênesis 49:17 Dã será serpente junto ao caminho, uma víbora junto à vereda, que morde os talões do cavalo e faz cair o seu cavaleiro por detrás.

3 - A geração do Rei Ezequias. II Reis 18:4 Removeu os altos, quebrou as colunas e deitou abaixo o poste-ídolo; e fez em pedaços a serpente de bronze que Moisés fizera, porque até àquele dia os filhos de Israel lhe queimavam incenso e lhe chamavam Neustã.

4 - No reinado de Davi. Salmos 58:4 Têm peçonha semelhante à peçonha da serpente; são como a víbora surda, que tapa os ouvidos; Salmos 140:3 Aguçam a língua como a serpente; sob os lábios têm veneno de áspide.

5 - O veneno que matou o rei Acaz. Isaías 14:29 Não te alegres, tu, toda a Filístia, por estar quebrada a vara que te feria; porque da estirpe da cobra sairá uma áspide, e o seu fruto será uma serpente voadora.

6 - No tempo de João Batista. Lucas 3:7 Dizia ele, pois, às multidões que saíam para serem batizadas: Raça de víboras, quem vos induziu a fugir da ira vindoura?

7 - Nos dias de Jesus. Mateus 23:33 serpentes, raça de víboras! Como escapareis da condenação do inferno?

III - O ANTÍDOTO PARA O VENENO DA SERPENTE

1 - Nm 21:8 Disse o SENHOR a Moisés: Faze uma serpente abrasadora, põe-na sobre uma haste, e será que todo mordido que a mirar viverá. 9 Fez Moisés uma serpente de bronze e a pôs sobre uma haste; sendo alguém mordido por alguma serpente, se olhava para a de bronze, sarava”.

- Olhar para a serpente era a resposta para a cura.

- Olhar significava encarar o que lhes tinha causado o envenenamento. Porque muitos nem mesmo sabiam o que estava lhes causando a morte. Uma vez que as serpentes surgiam do meio da areia e eram tão rápidas que nem dava para perceber de onde vinham e o que era que lhes feriam. Por isso Deus mandou fazer a serpente de Bronze bem grande e colocá-la no alto de um mastro, para todos verem e conhecerem o que lhes estava causando tal desgraça.

- Isso nos ensina que temos que identificar e encarar aquilo ou aqueles que estão nos prejudicando na caminhada com Deus e no impedimento das nossas bênçãos, no sucesso do nosso ministério etc.

2 - Jo 3:14 “E do modo por que Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do Homem seja levantado,15 para que todo o que nele crê tenha a vida eterna”.

O texto de Jo 3:14-15 nos mostra que a serpente de bronze, colocada sobre uma haste, é uma figura da crucificação de Jesus.

- Jesus foi pregado na cruz para que os pecadores que olhassem para ele fossem curados do veneno fatal do pecado.

- Como Deus não providenciou outro meio para a cura dos israelitas, assim também não há outra cura para os pecadores, a não ser a que se encontra em Cristo. Todo aquele que olhava para a serpente de bronze era curado; todo o que olha com fé para Jesus é curado da morte e do pecado.

CONCLUSÃO:

1 - Nos precisamos recuperar a nossa visão das coisas celestiais.

2 - Precisamos voltar a respirar os ares dos propósitos do reino de Deus.

3 - Precisamos deixar o sangue do cordeiro circular em nossas veias novamente e deixar o nosso coração pulsando forte para o desenvolvimento da obra de Deus.

4 - Precisamos recuperar a nossa movimentação e motivação para as coisas de Deus.

5 - Precisamos recuperar o equilíbrio mental e voltarmos a pensar nas coisas do nosso amado Deus.

6 - Temos que identificar e encararmos o que pode nos envenenar a fé e a saúde espiritual.

A mente de Cristo

Texto: I Coríntios 2: 6-16
"… nós temos a mente de Cristo” I Corintios 2:16
Introdução: Nossa mente é a precursora de todas as nossas ações. Tudo o que fazemos é conseqüência direta de nossos pensamentos, Pv 23:7. Se a pessoa tem uma mente ne¬gativa, sua vida será negativa. Porém, a Palavra de Deus propõe uma renovação para todos aqueles que estão in¬teressados em ter a mente de Cristo, Rm 12:2. Temos de alinhar nossos pensamentos aos de Deus. Nesta lição es¬tudaremos este assunto tão pertinente e importante.
I. A IMPORTÂNCIA DA MENTE
a) A mente é um campo de batalha, Rm 8: 5-7.
Se não vigiarmos, podemos ter uma mente maligna, usada pelo diabo. Satanás tenta bombardear constantemente nossa mente com pensamentos inoportunos de suspeitas, dúvidas, medos, perguntas, questionamentos e interroga¬ções. Ele não tem pressa, mas trabalha de forma dissimu¬lada e planejada. O inimigo conhece nossas preferências, nossos segredos, nosso medo, fraquezas e inseguranças, mesmo não sendo onisciente. Ele maquina estratégias e gasta o tempo que for necessário para nos derrotar.
b) Nossas ações originam-se em nossos pensamentos. Por isso, temos que sentir a absoluta necessidade de mantermos nossos pensamentos em sintonia com a Palavra de Deus. Fp 4: 8. Uma mente renovada, santa, é uma neces¬sidade vital para uma bem-sucedida vida cristã. Uma das ar¬mas poderosas que pode fazer de nossa mente um instru¬mento de Deus é a Palavra, Jo 8: 31-32; 2Co 10: 4-5. Pre-cisamos ter o conhecimento da verdade.
A mente cristã deve ocupar-se daquilo que é bom, Fp 4: 8. Se preenchermos nossa mente com aquilo que vem do Senhor, isso o trará à nossa consciência e começare¬mos a desfrutar de comunhão com ele, que trará alegria, paz e vitória à nossa vida diária.
c) O cristão tem a mente de Cristo. O apóstolo Paulo afirmou em ICo 2: 16 que nós temos a mente de Cristo. Isso significa que nossa relação com o Senhor muda nossa forma de pensar. Ninguém tem conhecimen¬to de Deus, das suas profundezas, de seus mistérios senão pelo Espírito de Deus. Essa mente pertence àqueles que estão com Cristo, em virtude de união vital que desfrutam com ele, Gl 2: 20, 21; Fp 1: 8 e Rm 13: 14. O Espírito de Deus, que habita em nós, faz com que vejamos as coisas na perspectiva diferente do homem do mundo. Nós ve¬mos na perspectiva de Cristo.
II. PRÁTICAS DE RELAXAMENTO: QUAL A VISÃO CRISTÃ?
a) Ioga. A ioga é vista normalmente apenas como uma prática de exercícios físicos para relaxar, tranqüilizar, norma¬lizar a pressão arterial e o colesterol, melhorar a forma física e abolir algum vício. É praticada em academias de ginástica, spas, escolas e até em igrejas. A ioga é vista por muitos como a solução para a mente e para o espírito humano que enfrenta desertos áridos criados pelo materialismo, pelo racionalismo e pelo ateísmo. Mas infelizmente muitos adeptos da ioga desconhecem sua verdadeira origem.
A palavra ioga tem sua origem no sânscrito e significa "união". E vista como o caminho para unir o indivíduo à divindade. A ioga está pautada nas práticas místicas do mundo oriental que foram trazidas para o ocidente. Os exercícios físicos da ioga não podem ser separados de um processo mental. A mente humana é inevitavelmente en¬volvida.
Um dos princípios fundamentais do hinduísmo é o panteísmo – a crença de que a humanidade é uma exten¬são de Deus. A prática da ioga almeja o seu eventual en¬tendimento de que você é Deus. Entretanto, de acordo com a Bíblia, Deus é o Criador, Gn 1: 1 – 2: 2; Cl 1: 16 e os seres humanos são as criaturas, Gn 1: 27. A glória do Criador não pode ser dada à criatura, Is 42: 8. Ainda que a Bíblia diga que possamos estar pertos de Deus, ela não diz que podemos nos tornar Deus através do exercícios de disciplinas espirituais. Como cristãos, não podemos comungar com uma prática na qual o conceito de pecado não existe. Na filosofia do hinduísmo e da ioga, existe apenas a ignorância. "Quando se é ignorante, não se precisa de salvação, mas do entendimento de que você é Deus".
b) Meditação transcendental é uma técnica de exercício mental de origem hinduísta. Ela é uma das for¬mas popularizadas da ioga. A palavra transcendental sig¬nifica "o que transcende ou ultrapassa as coisas sensíveis para atingir o âmago do ser, a fim de conseguir paz e feli¬cidade interior". Os mantras não são apenas sons sem significado aparente, mas nomes de deidades hindus e/ou budistas com intensos poderes ocultos.
III. QUE FAZER PARA TER UMA MENTE SADIA?
a) O valor da Escrituras.
Não há necessidade de o cristão buscar a ioga e a me¬ditação transcendental. A Bíblia apresenta uma proposta superior. Através da Palavra, a pessoa é levada a meditar na grandeza de Deus, na grandeza dos seus feitos e se en¬cher de sua Palavra: SI 19; SI 77: 12; SI 143: 5; SI 1: 1.
A ênfase da meditação bíblica é a comunhão com Deus, Cl 3: 1, 2. O meio usado é a Palavra de Deus, lTm 4: 15. Enquanto a meditação transcendental cultua o próprio ser através do esvaziar da mente, a meditação bí¬blica busca encher a mente com a Palavra de Deus. A meditação bíblica é ativa, uma busca incessante do enchi¬mento da presença de Deus através da Palavra dEle.
b) A boa literatura. O cristão deve cultivar bons há¬bitos de leitura. Muitos perguntam se a literatura de auto-ajuda é boa ou atrapalha. Editores contemporâneos comemoram a significativa venda de livros de auto ajuda.
Essa literatura precisa ser avaliada com cuidado. Um bom livro de auto-ajuda, escrito por alguém respeitado, experiente e qualificado pode ser um hábil instrumento capaz de motivar e levar o indivíduo a encarar a vida de forma mais destemida.
No entanto, se o livro prometer o impossível, você es¬tará jogando dinheiro fora. A literatura de auto-ajuda atra¬palha quando é escrita por charlatões que prometem o impossível no menor tempo possível. Não podemos acre¬ditar numa obra cujo autor promete milagres: "amanhã você estará casado, feliz e milionário".
A literatura de auto-ajuda atrapalha quando se torna um amuleto, um guia com receitas prontas para todos os tipos problemas. É como aspirina para câncer. Ele motiva, mas não trabalha as causas da não-motivação. Logo, o indiví¬duo que tem sua vida pautada apenas nesse tipo de literatu¬ra experimenta a superficialidade das mensagens literárias que, na maioria dos casos, informam e às vezes reformam, mas não transformam. Só a Bíblia pode gerar transforma¬ção genuína no indivíduo, Rm 1:16; Jol7:17.0 cristão deve ter como prioridade a Palavra de Deus, Jo 5: 39; Hb 4:12, e não a literatura de auto-ajuda.
CONCLUSÃO: Em Isaías 55: 8, o Senhor diz: "Porque meus pensa¬mentos não são vossos pensamentos, nem vossos cami¬nhos meus caminhos". Devemos examinar nossos pensa¬mentos à luz da Palavra de Deus, sempre desejando sub-metê-los aos pensamentos de Deus, sabendo que os dele são melhores.
Paulo estava dizendo que nos temos o cerebro de cristo, tronco encefalico de cristo, fazemos o que ele, quer andamos por seus caminhos, mandamentos etc.
• Porque Paulo não disse que tinhamos a mente de?
1º Moises – Porque mais cedo ou mais tarde Feririamos a rocha duas veses, e comprometeria anossa entrada na terra.
2º Elias - Porque mais cedo ou mais tarde fugiriamos para debaixo de u zimbro com medo de uma rainha chamada jesabel.
3º Jonas - Porque mais cedo ou mais tarde, fugiariaos da nossa responsabilidade, indo para tarses ao inves de ninine
4º Sansão - Porque mais cedo ou mais tarde, trocariamos o nosso segredopor alguns minutos de prazer com uma prostituta.
5º Pedro – Porque mais cedo ou mais tarde, negariamos a jesus três veses, no patio da casa do sumo sacerdote.
6º Judas - Porque mais cedo ou mais tarde , trocariamos a nossa amizadecom Deus por trinta moedas de prata.
7º Tome - Porque mais cedo ou mais tarde, encredulariamos as coisas sobrenaturais de Deus, por que mesmo em dias dificeis Deus ainda usa, batiza, usa em profecias etc.
8º Acã - Porque mais cedo ou mais tarde, trocariamos a nossa dignidade pelas coisas da babilonia.
9º Eliseu – porque eliseu era careca e a igreja tem todos os fios de seus cabelos cortados.
10º Caifas – Porque nunca crusificariamos o dono da vida
11º Ama - Porque mais cedo ou mais tarde, preparariamos forca para os nossos irmãos.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

A ORAÇÃO QUE ABRE PORTAS

TEXTO: ATOS 12:1-10
INTRODUÇÃO: Há momentos em nossas vidas, que passamos por problemas que nós leva ao ponto de querer desistir, momentos em que parece não haver esperança, nós pensamos que tudo está perdido. Hoje vamos aprender sobre mudanças que acontecem quando nos voltamos para a oração que abre portas.
I. PERSONAGENS
1. Herodes - O nome refere-se a uma dinastia de reis.
a. Herodes, o Grande, fundador da dinastia. Reinava quando Jesus nasceu; ordenou a morte das crianças. Mateus 2:16
b. Herodes Felipe, filho do grande, primeiro marido de Herodias. Lucas 3:1
c. Herodes Antipas, Herodes, irmão de Herodes Felipe, a quem lhe tirou sua esposa, Herodias. João Batista o condenou. A pedido de Herodias mandou corta-lhe a cabeça. Mateus 14:3, Mc. 6:24-26
d. Herodes Agripa I, neto do grande.
e. Herodes Agripa II. Bisneto de Herodes o Grande. Ele disse ao apóstolo Paulo "quase me convenceu de ser cristão". Atos 26:28.
2. Tiago - Ele e seu irmão João foram discípulos de Jesus, quem lhes chamou "Boanerges", que significa "filhos do trovão". Ambos os irmãos, juntamente com Pedro, pertenciam ao chamado círculo íntimo de Jesus. Ele estava no Monte da Transfiguração. Mateus 4:21, Marcos 3:17, Marcos 9:2. Não é o mesmo Tiago, irmão de Jesus, mencionado em Atos 12:17.
3. Pedro - Capturado e preso por Herodes Agripa I. Anteriormente, Herodes havia matado a espada Tiago. Atos 12:1-2
II. PEDRO, PRESO
1. Preso durante a celebração da Festa dos Pães asmos. Atos 12:3
2. Encerrado na prisão
a. Quatro quaternos de soldados guardando (12:4)
b. ... “Apresentá-lo ao povo...” significa: Levá-lo a julgamento para ser condenado a morte. Atos 12:4
c. Dormindo entre dois soldados, preso nos pulsos com cadeias, dois guardas vigiando a porta da frente da prisão. Atos 12:6. Doze outros soldados de plantão em dois grupos, no resto da prisão.
3. Por que tantas precauções?
a. Herodes conhecia a história de Cristo ressuscitado saindo do tumulo entre os soldados romanos. Mateus 27:62-66; 28:4,11-5
b. Herodes também soube da libertação da prisão de Pedro e João acontecido dias antes. Atos 5:17-25
III. A LIBERTAÇÃO
1. Foi na noite anterior ao dia designado para o julgamento. Herodes propôs matar a Pedro, Deus propôs libertá-lo. E o fez no último momento, no limite. Atos 12:6
2. Um anjo, no meio de uma luz, acordou Pedro e tirou suas correntes. Atos 12:7
3. O Anjo e Pedro passaram a porta da cela, em seguida no meio dos 12 soldados restantes da primeira e segunda guarda até chegar a porta de acesso à cidade, que abriu por si só. Atos 12:10
A partir desta experiência de Pedro sendo libertado da prisão, podemos aprender muitas lições com relação à oração que abre portas.
IV. A ORAÇÃO QUE ABRE PORTAS
1. É uma oração persistente - A igreja orava sem cessar por sua liberdade. Atos 12:5
a. A igreja não fez um boicote de produtos feitos em Roma.
b. Nem tão pouco saiu em protesto pelas ruas de Jerusalém
c. A igreja não idealizou um plano secreto para tirar Pedro da prisão. Todos mencionados são métodos humanos que têm o seu lugar, alguns válidos, mas nada como a oração.
d. A igreja em Jerusalém, tão pouco se rendeu apenas esperando a notícia da execução. Jesus ilustrou a oração persistente com uma viúva persistente que recebeu justiça de um juiz, em Lucas 18:1-8. A oração que abre portas...
2. É uma oração feita de acordo com a vontade de Deus 1 João 5:14-15
a. Conhecemos a vontade de Deus através da Bíblia
b. Conhecemos a vontade de Deus através da oração
c. Há orações que Deus não responde Lucas 9:51-55.
i. Porque são feitos com intenção maliciosa Tiago 4:3
ii. Porque ele quer proteger-nos
d. Há orações de acordo com a vontade de Deus
i. Pedir pela paz de Jerusalém Salmo 122:6
ii. Sabedoria Tiago 1:5
iii. Provisão Mateus 6:11
iv. Proteção Mateus 6:13
v. Interceder pelos nossos dirigentes 1 Timóteo 2:1-3
CONCLUSÃO: Se estás chegando ao limite de sua resistência, lembre-se que há poder na oração. Através dela você pode abrir porta e mais porta, derrubando obstáculo e mais obstáculo, e abrir caminho para a completa liberdade em Cristo Jesus. A oração irá abrir as portas que estão fechadas!

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Divórcio e Novo Casamento:: Os Quatro Regimes de Divórcio na Bíblia


Embora a Bíblia não trate de casos específicos de divórcio, temos alguns “regimes” ou casos genéricos delineados que ajudam muito na análise das diversas situações. Muitos erros de interpretação resultam da aplicação dos textos em casos que não se enquadram no regime respectivo.
Regime da lei
Em primeiro lugar, devemos examinar o que a lei de Moisés dizia sobre o divórcio. O único texto da lei que trata especificamente do divórcio está em Deuteronômio 24.1-4.
“Se um homem tomar uma mulher, casar-se com ela, e esta depois deixar de lhe agradar por ter ele achado nela qualquer coisa indecente, escrever-lhe-á uma carta de divórcio, e lha dará na mão, e a despedirá da sua casa” (v.1).O que nesse trecho se traduz por “coisa indecente” é uma palavra hebraica que aparece somente uma vez em toda a Bíblia, e aqui o tradutor a chamou de “coisa indecente”; porém, como a palavra não aparece em outro lugar, gerou-se certa confusão para o povo de Israel. O que quer dizer, exatamente, coisa indecente (ou vergonhosa em algumas traduções)? Qual é o alcance dela?
Diante disso, formaram-se várias escolas de interpretação, que foram passando de geração em geração, até chegar aos mais renomados intérpretes da lei, que foram, de um lado, Hillel (o Gamaliel de Atos 5.34 era neto de Hillel), e, do outro, Shamai. Esses dois rabinos, muito respeitados, eram os que tinham maior autoridade na interpretação da Bíblia. É importante saber que, embora todo o povo devesse ler as palavras da lei, cada um na sua casa e para sua família, havia uma orientação na própria Escritura para que, se alguém tivesse dificuldade para interpretá-la ou um caso de difícil resolução, devia ir perguntar aos sacerdotes e aos anciãos e, de acordo com sua orientação, dar a questão por resolvida (Dt 17.8-11; veja também Ag 2.11; Ml 2.7).
Não é difícil imaginar que muitos casos envolvendo separação de casais fossem levados aos rabinos e entendidos na lei. Porém lá também encontraram divergências.
A escola de Hillel era uma escola bem liberal e, basicamente, interpretava essa palavra por qualquer coisa que incomodasse ao esposo. Conseqüentemente, os que seguiam a sua interpretação permitiam o divórcio por qualquer motivo. Por outro lado, Shamai era o representante de uma escola mais restrita e interpretava essa palavra como “fornicação”; para ele nenhum outro motivo era justificado para autorizar o divórcio.
O Regime Ordinário
Olhando agora o Novo Testamento, encontramos as palavras de Jesus sobre o divórcio nos três evangelhos sinópticos (Mt 5.31,32; 19.3-9; Mc 10.2-12; Lc 16.18).
Os judeus queriam saber a posição de Jesus sobre o divórcio em relação às duas escolas rabínicas: ele era a favor da opinião liberal de Hillel ou da linha mais severa de Shamai?
Se tivéssemos somente a resposta de Jesus registrada nos evangelhos de Marcos e Lucas, poderíamos interpretá-la assim: “Não sou a favor nem de um nem de outro; voltem ao propósito original de Deus que não admite divórcio em hipótese alguma (o que Deus ajuntou não o separe o homem)”.
O que podemos afirmar, entretanto, é que essas passagens tratam do regime ordinário, ou seja, do casamento à luz do plano de Deus antes do pecado, e que define a norma para os casamentos no regime da Nova Aliança. De acordo com o texto em Marcos, que é mais completo, essa norma pode ser resumida da seguinte forma:
Primeiro: qualquer que repudiar a sua mulher e se casar com outra adultera;
Segundo: o que se casar com a repudiada adultera;
Terceiro: se a mulher repudiar a seu marido e se casar com outro, adultera.
A atitude do discípulo de Jesus não deve ser de buscar uma brecha, uma permissão nas Escrituras ou nas palavras de Jesus para justificar o divórcio. Devemos crer que a obra perfeita de Jesus permite que voltemos à planta original de Deus para o homem.
Além das passagens nos evangelhos, há mais dois textos no Novo Testamento que falam sobre o divórcio. Romanos 7.1-3 descreve o regime ordinário (casamento sem opção de divórcio), embora seja mais uma alegoria da vida espiritual do que uma afirmação doutrinária. Em 1 Coríntios 7, antes de falar sobre outras situações no casamento, Paulo define o padrão que Deus espera dos cristãos nos versículos 10 e 11.
O Regime da Exceção
Quem já estudou alguma coisa sobre divórcio no Novo Testamento sabe que no evangelho de Mateus encontra-se a famosa cláusula de exceção, que não consta na resposta de Jesus nos outros dois evangelhos. “Eu, porém, vos digo: Quem repudiar sua mulher, não sendo por causa de relações sexuais ilícitas, e casar com outra, comete adultério…” (Mt 19.9).
Deus não planejou o divórcio quando criou o casamento. Entretanto o pecado entrou e trouxe infidelidade, egoísmo e destruição para o casamento. Moisés permitiu (não ordenou, como disseram os fariseus) o divórcio por causa da dureza dos corações, dureza essa que existia mesmo entre o povo escolhido de Deus (Mt 19.8). Da mesma forma, Jesus admitiu uma exceção ao padrão perfeito e original de Deus, mas deixou claro que era uma exceção muito limitada. Com isso, possivelmente estivesse concordando com a escola rabínica de Shamai e condenando a interpretação liberal de Hillel. Quanto ao padrão normal do casamento, Jesus reafirmou o propósito original de Deus antes do pecado; quanto à possibilidade de quebra da aliança por causa do pecado, concordou com a lei de Moisés, que permitia divórcio somente no caso de impureza, mas rejeitava as interpretações distorcidas dos liberais.
Embora para Deus a aliança do casamento tenha natureza indissolúvel (“tornando-se os dois uma só carne”), Jesus reconheceu que existem atos tão sérios que chegam a quebrar a aliança. É importante, porém, tratar este assunto com muita responsabilidade e temor de Deus, pois não é qualquer situação que pode ser enquadrada no “regime da exceção”. Em toda a Bíblia, seja em relação ao divórcio no sentido literal, seja em relação ao sentido figurado de quebrar nossa aliança com Deus, esse assunto é tratado com a mais séria gravidade. Deus odeia toda e qualquer violação de aliança (Ml 2.16).
Regime Misto
Em 1 Coríntios 7, depois de referir-se ao regime ordinário que é sempre o ponto de referência para qualquer discussão sobre o assunto, Paulo diz: “Aos mais digo eu…” (v.12). Em outras palavras, ele vai tratar de uma situação não coberta pelo regime ordinário, um caso especial. São os casamentos mistos, entre um cônjuge convertido e um não-convertido.
Alguns cristãos achavam que não podiam manter sua aliança de casamento com o cônjuge não-cristão. Entretanto Paulo afirma que em tais casamentos mistos o cônjuge cristão nunca deve tomar a iniciativa para abandonar o casamento; pelo contrário, deve fazer tudo possível para mantê-lo a fim de “santificar” o cônjuge não-convertido e os filhos.
Se, porém, o cônjuge não-convertido resolve ir embora, o cônjuge cristão não ficará sob jugo de condenação nem sob “servidão”, pelo fato de não ter sido a causa do rompimento da aliança. Para muitos estudiosos, teríamos aqui uma segunda “exceção” na indissolubilidade do casamento. De qualquer forma, Paulo está descrevendo uma situação não prevista nas palavras de Jesus nos evangelhos.
Aplicação
Muitos erros são cometidos por tratarem-se todos os casos de forma igual. Se você tratar um caso de exceção somente com os versos do regime ordinário, você estará fazendo um uso equivocado dos versos onde aparece o regime ordinário, não importa em qual livro esteja escrito na Bíblia. Podemos ter todos esses versos marcados, porém não se aplicam no caso de exceção; aplicam-se a todos os demais casos onde não se requer a exceção. Do contrário, a exceção não seria a exceção.
Se você aplicar o regime ordinário onde o Senhor disse: “salvo neste caso”, então você estará passando por cima do Senhor Jesus, colocando uma carga mais pesada do que o próprio Senhor colocou. Porque o Senhor Jesus, sim, estabeleceu uma exceção que você está ignorando.
Por outro lado, é importante ressaltar que a exceção não significa que a pessoa esteja obrigada a repudiar ou a divorciar; pode perdoar. Não é uma ordem, é uma permissão, que em nada revoga o desejo prioritário e fundamental que Deus tem de preservar, sempre que possível, o casamento.
Também é importante enfatizar que a existência de uma exceção não abre as portas, como fazia o rabino Hillel, para permitir o divórcio por qualquer motivo. Existe uma exceção, sim, que não é obrigatória (pois mesmo nos casos cobertos pela exceção, o casamento ainda pode ser preservado pela graça de Deus), e é bem restrita: somente no caso de fornicação (relações sexuais ilícitas) é que um cônjuge pode repudiar o outro. Qualquer outro motivo, segundo Jesus, é causa de adultério, tanto para quem repudia como para quem casa com o repudiado.

12 ATITUDES QUE PODEM FAZER TODA A DIFERENÇA NO SEU CASAMENTO

Toda mudança começa a partir de uma atitude. Pessoas acomodadas acabam se tornando escravas de uma vida sem significado. Há momentos em que o casal deve se rebelar contra tudo aquilo que precisa ser mudado para que os dois alcancem uma vida de excelência. Quando atitudes são tomadas por aqueles que desejam mudanças, Deus entra em ação e faz aquilo que nós não podemos fazer. Atitude é o que Deus espera de todos nós
1. CRIE UM CLIMA EMOCIONALPOSITIVO.
(1) Encha a sua casa com provas de seu amor.
(2) Transforme sua casa em um santuário emocional.
(3) Use sua criatividade para externar o seu amor.
2. DESATIVE SEU BURRO EMOCIONAL.
(1) Ninguém pode fazer isso por você. Conte até 100 antes de responder, respostas precipitadas quase sempre destroem em vez de construir.
(2) Não faça tempestade com as pequenas manias. Não sucumba à lei do capricho, seja flexível.
(3) Não vá para a cama aborrecido (a). Ira não pode ser guardada, é lixo emocional.
(4) Jogue fora, de vez em quando, o resto de lixo do seu casamento
3. NÃO FALE PELAS COSTAS.
(1) Seja honesto (a)
(2) Use as três peneiras para estancar processos de fofocas.
(3) Nunca aceite em sua família que pessoas difamem a igreja. Pelo contrário, promova a igreja em sua casa.
4. PARE DE COMETER OS MESMOS ERROS.
(1) Errar é humano, permanecer no erro é tolice.
(2) No final de cada dia, faça uma auto-avaliação dos seus erros e acertos, para que no dia seguinte você erre menos.
(3) Peça para o seu cônjuge lhe ajudar nas áreas que você é mais vulnerável.
5. VALORIZE AS PEQUENAS MUDANÇAS.
(1) É de pequenas mudanças que se constrói um grande projeto de vida.
(2) Seja exigente com você e paciente com os outros. Todo mundo merece uma segunda oportunidade, até você.
(3) Lembrem-se, os detalhes podem ser a causa das nossas vitórias ou derrotas. Leve-os a sério.
6. NÃO PERMITA QUE A TV JOGUE TODO O SEU LIXO MORAL EM SUA SALA, COZINHA E QUARTO. SEJA SELETIVO.
(1) Você é resultado daquilo que vê e ouve.
(2) Tenha o controle em relação a tudo aquilo que entra na sua casa.
7. VENÇA A ROTINA ANTES QUE ELA SUFOQUE SEU CASAMENTO.
(1) Faça coisas fora da agenda.
(2) Surpreenda positivamente as pessoas que o rodeiam. Tenha gestos nunca tidos.
(3) Liberte a criatividade para fazer coisas fora da agenda a fim de nutrir a sua história conjugal com o sabor da aventura.
(4) Tente fazer algo da forma que você nunca fez.
(5) Faça tudo o que você gosta, sem ferir o cônjuge e transgredir princípios.
8. CONTRIBUA COM O QUE VOCÊ PODE PARA MANTER A CASA SEMPRE EM ORDEM, ARRUMADA, DECORADA, ETC.
(1) Sua casa deve ser o melhor lugar do mundo.
(2) Gente equilibrada interiormente não se sente bem no meio da bagunça e sujeira.
(3) A qualidade do relacionamento familiar também depende de como nós arrumamos a nossa casa.
9. DEMONSTRE INTEGRIDADE PESSOAL.
(1) Reputação e caráter são as duas colunas da nossa vida.
(2) Caráter é a definição do que eu sou.
(3) A crise de integridade é a causa da crise em muitas famílias.
(4) Hoje há muita preocupação com o “TER” e bem pouco com o “SER”.
(5) A pergunta que devemos estar fazendo sempre é: “Qual é o meu conceito diante das pessoas, do diabo e de Deus?”
10. SEJA ECONÔMICO (A), MAS NÃO EXECESSIVAMENTE SEGURO (A).
(1) Busque sempre o equilíbrio entre gastar e economizar.
(2) Aprenda a planejar antecipadamente.
(3) Tenha compromisso com prioridades.
(4) Invista pensando no amanhã.
(5) Cuidado com o desperdício.
(6) Não tenha medo de assumir riscos.
(7) Seja otimista para conseguir ver possibilidades na dificuldade.
11. REVIGORE SUA VIDA SEXUAL.
(1) De o valor devido ao “sexo no casamento”, nem mais e nem menos.
(2) Realizem novas luas de mel sem os filhos.
(3) Esteja aberto para aprender mais sobre ajustamento sexual.
(4) Não faça apenas “sexo”, faça “amor”. Alguém disse: Depois que um casal aprende a “fazer amor”, nunca mais se contenta em apenas “fazer sexo”.
(5) A prática do ATO CONJUGAL com qualidade é uma arte que se aprende. Lembre-se, ninguém sabe tudo.
(6) Continue incentivando sua relação afetivo-sexual.
12. VALORIZE AMIZADES CONSTRUTIVAS E LIVRE-SE DAS DESTRUTIVAS.
(1) Depois da família, quem mais nos influencia são os nossos amigos.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

A Origem e o Signifigaco da palavra ARAUTO ("kéryx")



A palavra grega "kéryx" significa "arauto", "pregador". Refere-se àquele que é comissionado pelo seu soberano para proclamar em voz alta uma mensagem (kerygma) de autoridade. O trabalho de um arauto consiste em tornar conhecida a vontade do seu Senhor, em anunciar suas palavras, em proclamar suas sentenças. Arauto, na idade média, era o oficial que fazia as publicações solenes, anunciava a guerra e proclamava a paz, ou seja, era o mensageiro (singular) do rei. É isso que um pregador é, o mensageiro do Rei Jesus, aquele que simplesmente transmite as ordens do Rei (cf. Colossenses 1:24-29). Teologicamente falando, a pregação é o exercício do trabalho do arauto do Rei do Universo!

A verdadeira pregação nada mais é que a proclamação da vontade de Deus aos homens. Assim, o kéryx é alguém que luta pela verdade a qualquer custo (cf. 2Coríntios 13:8) e está sempre preocupado em saber o que Deus quer que ele transmita.

O objetivo do Blog exercer a função de um kéryx na vida de todos aqueles que, de forma direta ou indireta, tenham acesso ao conteúdo do mesmo. Aqui serão publicados artigos, estudos e reflexões relativos a doutrina, organização religiosa e outros materiais com temas ligados à teologia e ao mundo bíblico em geral. Os materiais disponibilizados no site não estão vinculados a qualquer igreja ou linha doutrinária.
O Relato acima é fonte de estudo retirado o site "Kéryx Estudos Bíblicos e Teológicos"


- “Sola Scriptura” (somente a Escritura como fonte inspirada);
- “Sola Christus” (somente Jesus Cristo como Salvador e Senhor);
- “Sola Gratia” (salvação somente pela graça);
- “Sola Fide” (a justificação da graça, somente mediada pela fé e não obras);
- “Soli Deo Gloria” (somente glorifica a Deus, e não ao homem).